<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AD Corretora de Seguros</title>
	<atom:link href="http://www.ad.com.br/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ad.com.br</link>
	<description>AD Corretora de Seguros - É mais que seguros, é AD</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 19:25:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
		<item>
		<title>AD avança na Área Internacional</title>
		<link>http://www.ad.com.br/ad-avanca-na-area-internacional</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/ad-avanca-na-area-internacional#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estela.rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5177</guid>
		<description><![CDATA[Executivos da AD estiveram presentes no Risk Insurance Management Society, congresso que reúne anualmente Gerentes de Riscos de todo mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Executivos da AD estiveram presentes no Risk Insurance Management Society, congresso que reúne anualmente Gerentes de Riscos de todo mundo.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5179" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><a href="http://www.ad.com.br/ad-avanca-na-area-internacional/patrick-gallagher-ceo-encontro-especial-promovido-pela-gallagher" rel="attachment wp-att-5179"><img class="size-full wp-image-5179" title="Patrick Gallagher - CEO - Encontro especial promovido pela Gallagher" src="http://www.ad.com.br/wp-content/uploads/Patrick-Gallagher-CEO-Encontro-especial-promovido-pela-Gallagher-e1337282375118.jpg" alt="" width="560" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Dabus, Roberto Vechia e André Dabus junto a Patrick Gallagher, CEO da Arthur J. Gallagher &amp; Co.</p></div>
<p style="text-align: left;">Permitir a troca de experiências e debater temas relevantes voltados ao gerenciamento de riscos praticado pelos “Risk Managers” dos mais variados países. Foi com esse objetivo que os Gerentes de Riscos das maiores empresas internacionais reuniram-se para o RIMS (Risk Insurance Management Society). O congresso aconteceu entre os dias 16 e 22 de abril na Filadélfia (EUA) e apresentou mais de 110 temas discutidos pelos mais renomados e executivos do mundo no Pennsylvania Convention Center.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Representando a AD, estiveram presentes os Diretores Executivos André Dabus e Roberto Dalla Vechia, e Alexandre Dabus, da Gerência de Negócios. De acordo com Roberto Vechia, responsável pela subdivisão internacional da empresa, a participação dos executivos no evento foi bastante ativa, pelo relacionamento desenvolvido com outras companhias e reuniões de negócios realizadas. “Paralelamente ao congresso, participamos de várias reuniões com executivos da Arthur J. Gallagher &amp; Co &#8211; responsáveis por contas multinacionais &#8211; e com alguns clientes da companhia, dentre eles a 3ª maior empresa de alimentos do mundo”, conta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerada a 4º maior corretora de seguros do mundo, a Gallagher possui um relacionamento estratégico com a AD, representante dela no Brasil. “Fazemos parte de uma aliança global, a Gallagher Global Alliance – GGA e, nesta ocasião, estivemos reunidos junto ao CEO da companhia em um encontro especial com mais de 40 corretores internacionais, que também participam desta aliança, e pudemos conversar sobre a estratégia da empresa para os próximos anos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, o evento foi uma oportunidade para a participação em diversos grupos de discussão, nos quais foram abordados temas como o mercado de seguros no Brasil, a participação da AD no cenário brasileiro, e como servir melhor os clientes que sejam indicados para o atendimento local na empresa. “Voltamos dessa viagem com um saldo muito positivo, uma vez que geramos várias oportunidades a serem exploradas: estabelecendo um elo de comunicação com corretores da aliança global; estreitando o relacionamento com seguradoras internacionais e, ainda, firmando contato com clientes da Gallagher que possuem operações no Brasil, os quais futuramente poderão estar sob nossa administração”, pontua Roberto Vechia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais sobre a Área Internacional da AD</strong></p>
<p>Com o fluxo de capital investido no Brasil por grupos estrangeiros, por meio de fusões e aquisições, a participação junto ao mercado internacional torna-se imprescindível na atualidade. De acordo com Roberto Dalla Vechia, é preciso atuar na manutenção de clientes tradicionais da AD que foram vendidos para multinacionais e nas prospecções de novos clientes. “Temos que estar alinhados com os melhores e mais diferenciados produtos oferecidos pelo mercado global de seguros”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apresentando um desenvolvimento favorável e altamente satisfatório, a divisão internacional da AD conta com um estreitamento de relações com a Arthur J. Gallagher, tanto por Londres, quanto por Itasca-Chicago. Tal fator motivou, até o momento, a indicação de cerca de 18 empresas internacionais, que abrangem diversas áreas tais como Mineração, Petróleo e Gás, Telecomunicações, Hotéis, Bancos, Corretoras de Valores, Consultorias, Armadores, Private Equity, Industria Alimentícia, Logística, e Industria de Espumas. “Além de contar com as oportunidades geradas pela Aliança Global da Gallagher, desenvolvemos também relacionamento com outros corretores internacionais, que também têm gerado negócios para a AD”, relata Roberto Vechia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em janeiro de 2012, com a entrada do colaborador Alexandre Dabus para reforçar a equipe na Gerência de Negócios, a comunicação com o exterior tornou-se ainda melhor, conta o executivo. “Isso nos dá a possibilidade de ampliar cada vez mais o ingresso de novos clientes”, explica. Segundo o diretor responsável pela área, as previsões de crescimento são as melhores. “Estamos convictos de um continuo crescimento para a subdivisão internacional da AD, buscando atingir e até superar nossos objetivos estabelecidos,” finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/ad-avanca-na-area-internacional/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Veículos roubados ou furtados podem ser isentos de DPVAT</title>
		<link>http://www.ad.com.br/veiculos-roubados-ou-furtados-podem-ser-isentos-de-dpvat</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/veiculos-roubados-ou-furtados-podem-ser-isentos-de-dpvat#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ericafranzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[DPVAT]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5170</guid>
		<description><![CDATA[Projeto de Lei assegura proibição da cobrança, mas proprietário deve fazer boletim de ocorrência para requerer isenção]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 293/2012, de autoria do deputado José Bittencourt (PSD), assegura a proibição de cobrança do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres e de carga (DPVAT) quando o veículo for roubado ou furtado. O PL ainda determina que, para obter a isenção, é necessário boletim de ocorrência devidamente registrado na delegacia e posteriormente requerer a isenção no órgão competente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Poder Executivo poderá dispensar o pagamento do imposto incidente a partir do exercício seguinte ao da data do evento, na hipótese de perda total do veiculo por roubo ou furto ocorrido fora do território paulista, por sinistro ou outro motivo que descaracterize o seu domínio de posse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na justificativa da propositura, o deputado esclarece que o benefício só será garantido aos cidadãos que foram roubados ou furtados. ”Isso é fazer justiça àqueles que foram prejudicados com a perda de seu automóvel”, explica. Hoje, as pessoas que têm seus veículos subtraídos são isentas apenas do pagamento de IPVA e Licenciamento. “Se aprovada, essa lei desobrigará esses cidadãos do pagamento de qualquer tributo instituído sobre o veículo dentro daquele exercício”, finalizou Bittencourt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: www.segs.com.br</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/veiculos-roubados-ou-furtados-podem-ser-isentos-de-dpvat/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Usuário de plano terá número de cartão  SUS</title>
		<link>http://www.ad.com.br/usuario-de-plano-tera-numero-de-cartao-sus</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/usuario-de-plano-tera-numero-de-cartao-sus#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ericafranzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PLANO DE SAÚDE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5162</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com a ANS, as operadoras de planos deverão informar à agência os números de seus beneficiários até 5 de junho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde regulamentou o sistema Cartão Nacional de Saúde (CNS), uma base de dados nacional que permite a identificação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de um número único válido em todo o Brasil. Os usuários que pagam por um plano de saúde suplementar também deverão ser cadastrados.</p>
<p>&nbsp;<br />
O objetivo é construir um registro eletrônico que permita aos cidadãos, aos gestores e também profissionais de saúde acessar o histórico de atendimentos dos usuários no SUS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o sistema, será possível, por exemplo, saber a participação de uma determinada pessoa em campanhas de vacinação, se ela foi atendida em um posto de saúde ou se fez exames e cirurgias. No entanto, as pessoas que não possuírem o CNS não serão impedidas de receber atendimento em qualquer estabelecimento público de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Ministério da Saúde será responsável por desenvolver as bases de dados do Sistema Cartão e oferecê-las a todas as unidades públicas de saúde. Também fará a manutenção e o gerenciamento do banco de dados e prestará cooperação técnica aos gestores locais no processo de cadastramento dos usuários do SUS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A meta é implantar o registro eletrônico em todos os municípios até 2014. Ao todo, deverão ser emitidos 200 milhões de cartões, nos próximos três anos, numa ação em conjunto com estados e municípios no País.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a portaria, as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde que já possuem algum tipo de sistema integrado de registro de dados em saúde terão um ano para emitir e distribuir os novos cartões. Com o formato de um cartão de crédito, ele trará uma etiqueta com dados pessoais do usuário e um número, fornecido pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cadastramento</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os usuários do SUS deverão fornecer o endereço do domicílio permanente, independentemente do município em que esteja no momento do cadastramento ou do atendimento. No caso de brasileiros residentes no exterior e estrangeiros não residentes no Brasil que busquem atendimento no SUS, deverá ser registrado como endereço de domicílio permanente apenas o país e a cidade de residência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, o novo sistema é uma das prioridades para modernizar a gestão do SUS. “A regulamentação do cartão é importante passo para organizar as ações e os serviços de saúde oferecidos no País, fortalecendo a garantia de acesso à atenção à saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, o uso adequado das informações vai aprimorar o planejamento, acompanhamento e avaliação das ações de atenção à saúde da população. “A partir desses dados, os gestores locais poderão construir ferramentas e indicadores que poderão interferir diretamente na tomadas de decisão em relação às ações de saúde, seja na vigilância epidemiológica, na organização da atenção básica ou dos leitos hospitalares, entre outras. Para o gestor, será uma espécie de bússola, de carta de navegação”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Praticidade</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de identificar os usuários do SUS, o cartão servirá de base para que o próprio cidadão acompanhe seu histórico de consultas médicas. Todas as informações dos usuários terão garantia de segurança tecnológica para que não seja violado o direito constitucional à intimidade, à vida privada, à integralidade das informações e à confidencialidade dos dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: Diário do Nordeste</strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/usuario-de-plano-tera-numero-de-cartao-sus/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia das Mães: seguro é opção inovadora de presente</title>
		<link>http://www.ad.com.br/dia-das-maes-seguro-e-opcao-inovadora-de-presente</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/dia-das-maes-seguro-e-opcao-inovadora-de-presente#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ericafranzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5153</guid>
		<description><![CDATA[Roupas que não caem bem, eletrodomésticos, flores? Inove no agrado para sua mãe e acerte na escolha com uma opção diferente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chega de recorrer aos famosos “presentes de grego”: roupas que não cabem, eletrônicos de baixa qualidade, meias, livros que dormem nas prateleiras ou CD´s que já saíram de moda. No Dia das Mães, você pode gastar pouco e inovar no agrado. Os seguros residenciais e de eletrônicos são boas opções para acertar na escolha do presente, com parcelas de até R$ 20, e têm sido requisitados pelos consumidores brasileiros.</p>
<p>Dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados) mostram que, em 2011, os consumidores pagaram R$1,44 bilhão pelo seguro residencial, 15% a mais do que em 2011, que acumulou R 1,26 bi. Até março deste ano, este número chegou a R$ 377,1 mi, 13,6% a mais do que os três primeiros meses do ano passado (R$ 332,1 mi).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A contratação do seguro de eletrônicos também é crescente. Em 2011, as seguradoras acumularam no ramo Riscos Diversos, que engloba este produto, R$ 1, 1 bilhão, 17,5% a mais do que os R$ 961 milhões registrados em 2010.</p>
<p>O seguro residencial pode ter coberturas contra incêndio, queda de raio, explosão, desabamento, roubo e perda de bens, pagamento de aluguel, quebra de vidros, espelhos e mármores e fidelidade de empregados. Para incrementar a oferta do produto, as seguradoras ainda oferecem serviços extras como encanadores, eletricistas, serviços de pet shop, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pelos benefícios, o consumidor paga bem menos do que a maioria pensa: de 0,10% a 0,30% do valor de venda do imóvel. “A residência é o maior patrimônio de uma família e o custo para protegê-la é baixo, mas a contratação da proteção residencial ainda é bem pequena, só 12%. Para um apartamento de R$ 100 mil no Rio ou em São Paulo a apólice custa até R$ 200 por ano, cerca de R$ 17 por mês”, explica Eduardo Marcelino, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais).</p>
<p>A professora Clélia Aparecida não abre mão do seu seguro para residência, que já tem 30 anos. “Nunca deixei de fazer o seguro. Como eu trabalho fora e fico muito tempo longe de casa, acho importante ter cobertura”, conta ela, que tem cobertura básica e para bens internos como eletrodomésticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra opção para presentear a mãe moderna é o seguro para eletrônicos, que também tem valor atrativo. Para smartphones, tablets e laptops, cobra-se anualmente de 10% a 12% do custo do equipamento. Para câmeras fotográficas, o percentual é de 6%. “Se o consumidor possui um aparelho de R$ 1 mil, o custo anual do seguro é de R$ 100, ou seja, menos de R$ 10 reais por mês. Contratar o produto é uma forma de prevenir o prejuízo e, nesse caso, por um valor sutil”, explica Marcelino.</p>
<p>A estudante Fernanda Monteiro conta que, para garantir a tranquilidade de usar o aparelho em qualquer lugar, optou por contratar um seguro. “Assim que ganhei meu iPhone resolvi contratar o seguro. Pago R$ 18 por mês e garanto assim, em caso de perda ou roubo, 75% do valor do produto”, conta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dicas para contratar seguros para presentear</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. Avalie as coberturas disponíveis na apólice e as indenizações;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. Leia atentamente o contrato e certifique-se que as informações da seguradora estão corretas e legíveis;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3. Certifique-se que os dados do segurado estão corretos na apólice de seguro;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4. Compare preços e benefícios;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5. Procure corretor habilitado pela Susep;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6. Verifique se a seguradora tem registro na Susep (www.susep.gov.br).</p>
<p>(Federação Nacional de Seguros Gerais)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Revista Cobertura</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/dia-das-maes-seguro-e-opcao-inovadora-de-presente/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto criminaliza exigência de cheque caução em hospital</title>
		<link>http://www.ad.com.br/projeto-criminaliza-exigencia-de-cheque-caucao-em-hospital</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/projeto-criminaliza-exigencia-de-cheque-caucao-em-hospital#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ericafranzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento médico]]></category>
		<category><![CDATA[garantia de atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5145</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com a proposta, condicionar o atendimento de emergência a uma garantia pode ser considerado omissão de socorro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi aprovado, dia 2 de maio, pelo Plenário, o Projeto de Lei 3331/12 que aumenta a pena para instituições e profissionais que condicionarem o atendimento médico emergencial a qualquer tipo de garantia financeira, como cheque-caução ou nota promissória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A medida, que ainda deve ser votada pelo Senado, altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) para criar um novo tipo de crime específico relacionado à omissão de socorro, já que, atualmente, não há referência expressa nesse artigo quanto ao não atendimento urgente de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Punição</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se aprovado, o Projeto de Lei impõe uma pena de três a um ano de detenção, além de multa. Atualmente, a punição para a omissão de socorro é de seis meses de detenção mais multa.<br />
De acordo com o projeto, os agravantes continuam os mesmos, com aplicação da pena em dobro, se da prática resultar lesão corporal grave; e até o triplo, em caso de morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante a votação, os deputados Amauri Teixeira (PT-BA) e Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) deram pareceres favoráveis pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, respectivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Faria de Sá é um absurdo que o hospital exija caução, promissória ou qualquer entrave burocrático antes do atendimento emergencial. “O primeiro atendimento é fundamental para salvar a vida, e esses minutos perdidos com burocracia serão preciosos”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a Agência Câmara, o projeto também prevê que os estabelecimentos sejam obrigados a afixarem, em local visível, cartaz informativo de que constitui crime</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Fonte: InfoMoney</em></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/projeto-criminaliza-exigencia-de-cheque-caucao-em-hospital/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seguro rural: uma saída pra aumentar a produção agrícola</title>
		<link>http://www.ad.com.br/seguro-rural-uma-saida-pra-aumentar-a-producao-agricola</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/seguro-rural-uma-saida-pra-aumentar-a-producao-agricola#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 12:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ericafranzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[seguro rural]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5137</guid>
		<description><![CDATA[Especialistas do mercado de seguros apontam escassez de investimento na proteção do agronegócio brasileiro. Para ABAG, é preciso diminuir riscos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 20 anos o Brasil dobrou a produção de grãos. Um estudo atualizado anualmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) projetou, na sua última edição, publicada em abril do ano passado, que até 2021 o Brasil deverá chegar a 68 milhões de hectares cultivados. A produção de grãos deve atingir 176 milhões de toneladas e a produção de carne deve aumentar 26% ou mais. Para que o País possa atingir os objetivos e concretizar os números, existem dois temas importantes: o crédito e o seguro. Estes foram os temas abordados no seminário “Instrumentos de crédito e seguro para o agronegócio”, realizado no mês de abril em São Paulo, pela Associação Brasileira de Agronegócio (ABAG). “O produtor precisa ter segurança na mitigação dos riscos”, avaliou Ricardo Conceição, sócio-diretor da RiCon Consultoria e Assessoria, um dos painelistas do seminário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo ele, a aprovação da criação do fundo de catástrofe foi uma vitória extraordinária, porém, pouco se falou sobre o assunto depois e é algo que está parado. “O fundo de risco e o seguro agrícola são fundamentais para tornar o setor agrícola mais atraente e menos vulnerável para a colocação de recursos. As fontes para recursos estão escassas. A palavra chave é mitigação de riscos”, definiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000014;"><strong>Seguro</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para especialistas do mercado de seguros, hoje o seguro agrícola não atinge a amplitude necessária. De 1995 a 2001 os prêmios recebidos foram R$ 135 milhões e os sinistros pagos somaram R$ 240 milhões. Em 2005 iniciou-se o programa de seguro rural e os prêmios e sinistros cresceram, além do valor subvencionado pelo governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De 2006 a 2011, a somatória dos sinistros pagos é praticamente igual ao valor subvencionado pelo governo. Esses dados foram apresentados pelo presidente da comissão de seguro rural da FenSeg, Luiz Roberto Foz. “Hoje a distribuição do seguro agrícola é maior no Sul e no Sudeste. Mais de 80% do seguro é destinado ao Sul, São Paulo e Minas Gerais”, esclareceu Foz. De acordo com ele, de 2009 a 2010 subvenção diminuiu e, este ano, o valor destinado pelo governo foi R$ 174 milhões e mais R$ 100 milhões serão liberados. “Mas ainda é pouco”, reclamou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foz explicou que, atualmente, apenas cinco seguradoras operam com seguro rural no Brasil. “É muito pouco para a extensão territorial do Brasil”, comentou. O motivo para o baixo interesse das seguradoras para atuarem no setor é que falta política de proteção climática e de preço, além da baixa subvenção, tornando o risco muito grande e, portanto, o seguro caro. “Queremos uma definição clara de qual é a parceria público-privada. Quem será atendido por política pública? Porque com mais clareza os agricultores vão saber qual caso será o seu e o dinheiro da subvenção será destinado a quem realmente precisa. É necessária uma avaliação de interesse socioeconômico e político. Também é preciso levar em conta as regiões e culturas”, pediu Foz. Segundo ele, os recursos são distribuídos por seguradora, dificultando para o produtor rural comprar o produto adequado ao seu perfil e sua produção. “Ele acaba comprando o seguro de quem tem subvenção. O produtor deveria poder escolher onde fará seu seguro”, opinou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra solicitação do presidente da comissão de seguro rural da FenSeg é o cadastro único do produtor. De acordo com ele, é importante para diminuir as taxas. A FenSeg já está trabalhando com o Mapa para criar esse banco com informações que sirvam para seguradoras, financiadores e monitoramento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: Revista Apólice</strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/seguro-rural-uma-saida-pra-aumentar-a-producao-agricola/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Veículos sairão de fábrica com sistema antifurto</title>
		<link>http://www.ad.com.br/veiculos-sairao-de-fabrica-com-sistema-antifurto</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/veiculos-sairao-de-fabrica-com-sistema-antifurto#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 14:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ericafranzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[veículos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5128</guid>
		<description><![CDATA[A partir de setembro entra em vigor lei que prevê instalação de equipamento antifurto em todos os veículos fabricados no Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em setembro deste ano está prevista para entrar em vigor a resolução 245 (Simrav), a lei que prevê a instalação do equipamento antifurto em todos os veículos fabricados no Brasil. Além de trazer grandes vantagens ao consumidor, a lei deve incentivar a diminuição dos índices de roubo e furto de veículos no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o consumidor, a grande vantagem é poder optar ou não pela ativação do serviço de localização e bloqueio. Se escolher a ativação, o processo é bem mais simples que anteriormente: é feito remotamente (over the air), ou seja, o condutor não precisa mais levar o automóvel a uma concessionária ou prestador de serviço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) está certificando os fabricantes de equipamentos antifurtos. Entre as empresas associadas da Gristec que já foram homologadas estão: SASCAR Tecnologia e Segurança Automotiva S/A, Cobra do Brasil Serviços de Telemática S/A, Controle Monitoramento de Veículos Ltda, Zatix Tecnologia S/A, Consilux Consultoria e Construções Elétricas Ltda, Ituran Sistemas de Monitoramento LTDA, SIM – Sistema Integrado de Monitoramento Veicular, Patrimonial e Pessoal Ltda, Car System Alarmes LTDA, PST ELETRÔNICA S/A – POSITRON, Porto Seguro Proteção e Monitoramento Ltda, Tracker do Brasil Ltda, C&amp;C Computação e Comunicação Informática Ltda e Jide Car Rastreamento e Monitoramento Ltda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além da garantia do sigilo das informações de localização, o proprietário do veículo ganha mais segurança ao ter o equipamento antifurto instalado. Isso porque, será parte integrante do carro, e caso o dispositivo seja retirado ou adulterado, o automóvel perde, automaticamente, sua funcionalidade se autobloqueando. (Oficina da Comunicação/Gristec).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: Revista Cobertura</strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/veiculos-sairao-de-fabrica-com-sistema-antifurto/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Torneio Oficial de Golfe</title>
		<link>http://www.ad.com.br/torneio-oficial-de-golfe</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/torneio-oficial-de-golfe#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 14:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ericafranzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AD]]></category>
		<category><![CDATA[Torneio de Golfe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5081</guid>
		<description><![CDATA[A 396ª edição do Torneio Oficial de Golfe teve presença da AD Corretora de Seguros, no último dia 15 de abril. Incentivadora do esporte nacional e regional, AD é patrocinadora da competição. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 460px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ad.com.br/torneio-oficial-de-golfe/dsc00840" rel="attachment wp-att-5089">Premiação da 396ª edição do Torneio Oficial de Golfe, que aconteceu no último dia 15 de abril, no Bauru Golf Club.<img class="size-large wp-image-5089" title="Premiação" src="http://www.ad.com.br/wp-content/uploads/DSC00840-450x337.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><span style="text-align: left; font-size: x-small;">Da esquerda para a direita:  a promotora Ana Carolina Martins; a gestora da área de Pessoas Físicas da Filial de Bauru, Alice Antonio; a jogadora de golfe Denise Barque (1º lugar); o presidente do clube, Milton Tohoru Yoshiura, e o jogador e orador do clube, Luiz Sciulli Castro.</span></dt>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A 396ª edição do Torneio Oficial de Golfe aconteceu no último dia 15 de abril (domingo) e reuniu atletas, familiares e organizadores, na cidade de Bauru. Incentivadora do esporte nacional e regional, a AD Corretora de Seguros é patrocinadora da competição. A premiação das três categorias do golfe foi feita durante um almoço e teve momentos de descontração como aparece nesta foto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/torneio-oficial-de-golfe/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seguro residencial: proteção para sua casa ou apartamento</title>
		<link>http://www.ad.com.br/seguro-residencial-protecao-para-sua-casa-ou-apartamento</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/seguro-residencial-protecao-para-sua-casa-ou-apartamento#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 13:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ericafranzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[seguro residencial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5071</guid>
		<description><![CDATA[Conheça os tipos de cobertura, faça uma cotação online e garanta a segurança do seu maior patrimônio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos financiamentos imobiliários inclui o seguro básico, com cobertura para morte, invalidez e danos ao imóvel causados por incêndio e explosão, mas a contratação desse produto pelo consumidor comum ainda é considerada tímida pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). O mercado de seguro residencial no país cresceu 2,7% de 2010 para 2011, quando alcançou receita de R$ 1,3 bilhão, no entanto, apenas 12% dos brasileiros possuem seguro residencial. Desconhecimento sobre o funcionamento do setor e a expectativa quanto ao pagamento mensal fazem o brasileiro evitar o seguro:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Muita gente tem seguro do carro, mas não protege a residência. O brasileiro não tem o hábito de planejar, fica com aquela ideia de que o problema só vai acontecer com o outro. Na verdade, a residência é o maior patrimônio de uma família. E pagar por um seguro pode custar bem menos do que a maioria pensa: o seguro de um apartamento de R$ 100 mil no Rio ou em São Paulo custa até R$ 200 por ano — diz Eduardo Marcelino, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais da FenSeg, para quem a iniciativa da Caixa demonstra o amadurecimento do mercado.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) alerta que para evitar sustos na aquisição de seguros o consumidor deve ler o contrato com atenção, preencher o perfil com sinceridade e dar preferência aos pagamentos à vista, ou no máximo em quatro parcelas</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Existem dois tipos de seguro: o de Valor de Mercado Referenciado e o de Valor Determinado. O primeiro é o mais usual: a indenização integral é condicionada por uma tabela de referência (a mais conhecida é a Fipe), que deve estar indicada no contrato. Também deve haver um fator de reajuste sobre esse valor. Já a outra modalidade prevê uma indenização integral fixa, prevista em contrato — explica Maria Elisa Novais, gerente jurídica do Idec.</li>
</ul>
<p><em><strong>Fonte: O Globo</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #888888;"><a href="http://www.ad.com.br/seguros-pessoais-cotacao/seguro-residencial" target="_blank"><span style="color: #888888;">Contrate online seu seguro ou solicite uma proposta (clique aqui)!</span></a></span></strong></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/seguro-residencial-protecao-para-sua-casa-ou-apartamento/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Saiba como declarar bens no Imposto de Renda</title>
		<link>http://www.ad.com.br/saiba-como-declarar-bens-no-imposto-de-renda</link>
		<comments>http://www.ad.com.br/saiba-como-declarar-bens-no-imposto-de-renda#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 15:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvia.ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bens]]></category>
		<category><![CDATA[declaração]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de renda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ad.com.br/?p=5064</guid>
		<description><![CDATA[Especialistas explicam como declarar bens financiados ou quitados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2012, ano-base 2011 à Receita Federal termina no dia 30 de abril. Especialista ouvidos pelo G1 esclarecem quais bens devem ser declarados e como isso deve ser feito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todos os bens e direitos com valores superiores a R$ 5 mil devem ser declarados. Ou seja, além dos costumeiros imóveis e automóveis, o contribuinte também precisa declarar demais posses que às vezes não se dá conta, como um notebook que valha mais de R$ 5 mil, uma bicicleta, joias, quadros, relógios etc., explica o professor de ciência contábeis da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), Amauri Liba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nada impede, contudo, a declaração de bens com valores inferiores a R$ 5 mil, desde que o contribuinte julgue importante ou necessário informá-los à Receita Federal, explica Liba. Além disso, de acordo com Angelo Chiarelli, da consultoria Contware Contabilidade, todos os imóveis e veículos devem ser declarados, independentemente do seu valor de aquisição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O especialista esclarece que são considerados imóveis as casas, apartamentos, edifícios, lojas, conjuntos ou salas comerciais, terrenos, terra nua, sítios, chácaras, fazendas, construções e correlatos. São classificados como veículos os automóveis, utilitários, caminhões, ônibus, motocicletas, lanchas, iates, motos aquáticas, helicópteros, aviões e afins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda segundo Chiarelli, as participações societárias (cotas de capital e ações) devem ser declaradas quando, referentes a mesma empresa, tenham valor de aquisição superior a R$ 1.000. O mesmo vale para o ouro, enquanto ativo financeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contas em bancos, aplicações na poupança e demais aplicações financeiras com saldo superior a R$ 140 em 31 de dezembro do ano-base da declaração também são de informação obrigatória, diz Chiarelli.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1) Como lançar os bens na declaração?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para todos os casos, em primeiro lugar o contribuinte precisa indicar, na ficha &#8220;bens e direitos&#8221;, a descrição do bem, com o máximo de características que o identifiquem, acrescentando a forma como foi adquirido, diz Chiarelli.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com relação a como lançar os bens financiados, o consultor diz que os valores devem ser informados conforme forem sendo pagos, ou seja, um contribuinte que comprou um bem a prazo só precisa declarar no valor do item as prestações que já pagou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Exemplo:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aquisição de um veículo zero quilômetro, com valor de nota fiscal de R$ 55.000, adquirido com um sinal de R$ 5.000 em 5 de julho de 2011 e saldo financiado em 60 parcelas de R$ 1.500.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que colocar no campo “descrição”: veículo marca/modelo, ano 2011, placa, adquirido em 05/07/11, em uma concessionária (colocar o nome e CNPJ da concessionária), mediante sinal de R$ 5.000, mais financiamento em 60 parcelas de R$ 1.500, pelo banco (colocar o nome do banco). Durante o exercício, foram pagas 5 parcelas, no total de R$ 7.500.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que colocar no campo “valor em 31/12/10”: R$ 0,00 (pois o veículo não existia no patrimônio do contribuinte no ano anterior).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que colocar no campo “valor em 31/12/11”: R$ 12.500 (que corresponde ao sinal de R$ 5.000, mais as parcelas pagas no valor de R$ 7.500).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O especialista explica que, no Imposto de Renda do próximo exercício (2013), o contribuinte deverá apenas alterar com os valores das prestações pagas em 2012. Ou seja, onde estão mencionadas que foram pagas as 5 parcelas no total de R$ 7.500, será preciso atualizar para o que foi pago em 2012, que serão 12 parcelas no total de R$ 18.000.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse caso, no campo “valor em 31/12/11”, será preciso colocar R$ 12.500 (o valor total pago até o último dia do exercício anterior). No campo “valor em 31/12/12”, será preciso colocar R$ 30.500 (que corresponde ao sinal de R$ 5.000 mais as 17 parcelas pagas no valor de R$ 25.500).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“E assim vamos repetindo e acrescentando até o pagamento da última parcela”, diz. O especialista lembra, ainda, ser muito importante observar que o saldo das parcelas a pagar não deve ser lançado na ficha de &#8220;dívidas e ônus reais&#8221; da declaração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Compra à vista: no caso de compra à vista, a descrição é a mesma e o valor a ser informado é o valor pago pelo veículo, esclarece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2) O valor total dos bens deve ser corrigido ano a ano, conforme desvalorização ou valorização?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não. Os especialistas afirmam que, independente do tipo de bem, o valor a ser declarado deve ser aquele pago na data da aquisição. O valor deve será repetido nos exercícios posteriores, sem alteração. “A declaração de imposto de renda não é uma ficha cadastral, onde deve ser informado o valor de mercado dos bens. Assim, depreciações pelo uso ou acréscimos decorrentes da valorização dos bens não são reconhecidos na ficha de bens e direitos”, diz Chiarelli.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liba acrescenta, ainda, que a única alteração de valor deve ser colocada em caso de benfeitorias, por exemplo a reforma de um imóvel. Nesse caso, as mudanças realizadas devem ser relatadas na descrição do bem. “Nesse caso, obrigatoriamente o contribuinte precisa ter os comprovantes e recibos guardados para apresentar ao Fisco”, acrescenta Liba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3) Como declarar um bem que foi recebido como doação?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Marcos Barbosa dos Santos, consultor da Cenofisco, o contribuinte deverá informar o valor recebido na ficha de “rendimento isentos e não tributáveis”. De acordo com ele, o procedimento é para justificar a evolução patrimonial do contribuinte. Chiarelli acrescenta que o valor do bem doado deve ser discriminado no campo 10, “transferências patrimoniais”, da ficha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, toda a descrição do bem deve ser indicada na ficha “bens e direitos”, indicando, no campo de 31/12/2011, o valor do bem. “Na coluna de discriminação, deverão ser mencionado os dados do bem, além de informar o nome, e o número do CPF do doador”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4) Como informar um bem que o contribuinte possuía no exercício anterior, mas foi vendido?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chiarelli explica que, na descrição do bem, o contribuinte deverá acrescentar, além das informações que vieram do ano anterior, que ele foi vendido. Dessa forma, é preciso informar a data, o nome e CPF do comprador e o valor da venda. Nos valores, o especialista diz que é preciso repetir o valor do ano anterior no campo 31/12/2010 e colocar zero em 31/12/2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Santos, da Cenofisco, explica o contribuinte terá, ainda, que informar o ganho de capital com a venda. Para isso, deverá ser demonstrado o cálculo do ganho de capital através do programa GCAP 2011 e transportado para o Demonstrativo de Ganho de Capital da Declaração de Ajuste Anual (veja aqui como preencher a ficha Ganho de Capital).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5) Como declarar bens que o contribuinte já possuía mas nunca declarou antes?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Liba, primeiramente será necessário retificar as declarações dos cinco anos anteriores com as informações dos bens que o contribuinte já possuía e nunca declarou, nos respectivos anos de aquisição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O contribuinte deverá, então, passar a declarar os bens que fazem parte do seu patrimônio na declaração atual, diz Chiarelli.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Fonte: G1</em></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ad.com.br/saiba-como-declarar-bens-no-imposto-de-renda/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

