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31 de agosto de 2011

Mercado de seguros brasileiro caminha para se alinhar ao perfil das grandes potências


A ascensão das classes C e D motiva os brasileiros a buscar cada vez mais investimentos em proteção a longo prazo. Nessa linha, o setor passa por evoluções com a procura maior pelos ramos de Vida e Previdência, aproximando do modelo econômico das grandes potências.


Segundo o diretor da Fenaprevi, Oriovaldo Pereira, o consumo dos produtos de define o crescimento de uma sociedade.


“O seguro de Vida é um instrumento que mede o grau de desenvolvimento da sociedade. Quanto maior for a venda de seguros de Vida e Previdência, maior é o nível de conscientização econômica da população”, declara Oriovaldo.


Ele explica que as grandes economias têm um percentual de seu total de seguros ligados às duas modalidades e aponta que o Brasil caminha para acompanhar esse ritmo.


“Nosso cenário, assim como a de outros países subdesenvolvidos, investe mais em seguros de automóveis. Mas estamos no processo de chegar à economia desenvolvida, as pessoas estão saindo do seu plano material do automóvel e da casa, e passaram a se preocupar consigo próprio e com sua família”.
Para o diretor, a educação financeira, bem como a disseminação da cultura do seguro, também são pilares desse processo.


Ele enfatiza que o segmento de Previdência por exemplo, exige atualização, por conta das mudanças legislativas constantes no Congresso Nacional. “Os próprios seguradores não conhecem as características dos novos produtos que aparecem, nem o corretor e muito menos o consumidor final”.


“A Fenaprevi está em processo de levar a informação da cultura do seguro para os operadores de seguros e para os corretores. Estamos vivendo um momento muito importante para divulgar as características desses produtos”, completa o diretor.


Fonte: CQCS

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