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	<title>AD Corretora de Seguros &#187; apólice</title>
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	<description>AD Corretora de Seguros - É mais que seguros, é AD</description>
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		<title>Crise compromete a renovação de apólices de grandes riscos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 17:09:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[apólice]]></category>
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		<description><![CDATA[A temporada de renovação do seguro de grandes empresas brasileiras começou.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A temporada de renovação do seguro de grandes empresas brasileiras começou. Coincidindo com um dos piores momentos do mercado de resseguro desde os atentados terroristas em Nova York em 2001, as negociações das apólices de grandes riscos, como a da Petrobras, que movimentam milhões, prometem ser complicadas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Grandes riscos exigirão ainda mais análise e questionamentos. Não há mais a ideia de se fazer concessões, principalmente para os negócios complexos&#8221;, afirma Graham Clarke, CEO mundial da Miller Insurance, sexta maior corretora do Reino Unido e membro desde 1902 do Lloyd´s of London, principal mercado mundial de resseguros há mais de três séculos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Clarke passou por São Paulo ontem para visitar as operações do grupo no país. O executivo conhece como poucos o mercado de grandes riscos. Somente por aqui, a corretora já participou da colocação de grandes apólices, como a dos Jogos Panamericanos do Rio em 2007, da construção do Rodoanel de São Paulo e de trechos da expansão do Metrô da capital paulista. &#8220;Para se ter uma ideia, algumas resseguradoras perderam (em 2008) dinheiro pela primeira vez em sua história.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O resseguro é fundamental para o mercado de grandes apólices, para diluir o risco de colocação dos grandes contratos. Com a crise, o patrimônio de vários resseguradoras foi duramente atingido, destaca Clarke. Ele cita ainda o fato de que há menos dinheiro para ser aplicado no mercado financeiro, com taxas de juros em queda livre, reduzindo os ganhos financeiros.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto é que alguns resseguradores requisitaram aumento de capital aos seus acionistas e não foram atendidas. &#8220;Os resseguradores sabem perfeitamente que agora a única saída é ganhar com a qualidade da subscrição de riscos. As perdas financeiras por aplicações mal feitas foram enormes&#8221;, afirma Clarke.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A consequência é que as resseguradoras (e também as seguradoras) estão mais conservadoras, exigentes e ficaram mais avessas ao risco. &#8220;Muitas companhias perderam capital e reduziram a capacidade de aceitação de risco&#8221;, destaca o alemão Rüdiger Mehl, diretor internacional da Hannover Life Re. As taxas para fazer o resseguro, diz o executivo, já tiveram aumento na casa dos 10%. Clarke, da Miller, diz que a tendência é de alta para os próximos 12 meses. &#8220;E quando se estabilizarem será por cima.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, a Miller resolveu investir no Brasil, país conhecido pelo reduzido número de catástrofes naturais. Outro atrativo é a abertura do mercado de resseguro, que completa um ano em abril. &#8220;Um país dessa dimensão, livre das amarras do monopólio, só pode ter perspectivas interessantes.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com o cenário de maior cautela, as seguradoras também enxergam oportunidades nesse mercado. A Liberty anuncia nos próximos dias a entrada no segmento de riscos especiais, que inclui a cobertura para grandes riscos de energia, destaca Luis Maurette, presidente da Liberty Seguros. O grupo também está abrindo uma resseguradora no país.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Mapfre também resolveu apostar no segmento. &#8220;Éramos coadjuvantes e agora queremos nos posicionar efetivamente como um player no segmento&#8221;, diz Antonio Cássio dos Santos, presidente do grupo espanhol no Brasil. O momento mais complicado, diz ele, exige uma melhor avaliação do risco de crédito das resseguradoras. Antes, esse risco era praticamente o do governo brasileiro (controlador do IRB-Brasil Re, que tinha o monopólio do setor). Agora, é o de cada companhia que está em jogo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O mercado local se abriu em abril do ano passado e tem 57 resseguradoras cadastradas. No caso da apólice da Petrobras, comenta-se no mercado que a empresa só tem garantida a colocação de 60% do risco, considerando a capacidade atual das resseguradoras que estão instaladas por aqui.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Há a sensação de que o mercado não está definido ainda. Pode haver uma segunda onda de ingressos de resseguradoras&#8221;, diz Marcelo Rechtman, do escritório Veirano. O Brasil, diz Marcos Ludwig, também do Veirano, é visto como &#8220;última fronteira&#8221; para expansão internacional, já que era um dos poucos com monopólio.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: Valor Econômico (Altamiro Silva Júnior, de São Paulo)</p>
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		<title>Olho bem aberto no contrato do seguro</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 18:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[apólice]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[A quantidade de seguros e coberturas disponíveis para as...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A quantidade de seguros e coberturas disponíveis para as micro e pequenas empresas contratarem é tão grande que até os mais cautelosos correm o risco de fazer um mau negócio na hora de decidir por um produto. Embora a escolha pareça simples, os significados e as interpretações por trás de cada cláusula do contrato podem trazer problemas futuros se não forem bem lidos e esclarecidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de optar por uma apólice, o primeiro cuidado a tomar é saber que tipo de seguro a empresa precisa contratar. Muitas vezes, o que o micro empresário precisa é de um seguro que cubra enchentes e desabamentos. Na hora de buscar o produto ideal, ele se depara com ofertas amplas ou distantes demais do que procurava. Resultado: o cliente é induzido a levar algo a mais, o que encarecerá o preço do seguro, trará coberturas desnecessárias e pode ainda não cobrir o que deveria. Neste caso, é sempre bom trabalhar com um corretor de confiança, pois este profissional deve atender as necessidades do segurado e não as da seguradora.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em um primeiro momento, é recomendável que a empresa interessada em contratar o seguro, antes de contratá-lo, faça uma pesquisa de mercado, levantando as possibilidades de coberturas e seus respectivos prêmios&#8221;, recomenda Dirce Namie Kosugi, advogada do Sindicato dos Corretores de Seguros, Empresas Corretoras de Seguros, de Saúde, de Vida, de capitalização e Previdência Privada no Estado de São Paulo. (Sincor-SP). Ela lembra que a Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão fiscalizador da área securitária brasileira, disponibiliza ao consumidor, por meio do Disque SUSEP (0800 21 8484) ou via site (www.susep.gov.br), diversas informações relativas às seguradoras, inclusive a sua condição legal para estar atuante ou não.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O segundo passo é definir como será feita a contratação. Antonio Penteado Mendonça, advogado especializado em seguros, recomenda que seguros mais complexos sejam feitos com a ajuda de um corretor de seguros que conheça o ramo. Os mais simples, entretanto, podem ser feitos diretamente nas agências bancárias. Na opinião do advogado Marcelo Marzochi, especialista em Direito Público e Processo Civil, o seguro deve ser feito somente com pessoal especializado &#8211; caso dos corretores de seguros. &#8220;Eles podem oferecer um atendimento melhor, de acordo com sua necessidade&#8221;, diz.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h3>Cliente pode ter assessoria de consultor da Susep</h3>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O terceiro passo é determinar a seguradora a ser contratada. Verificar se ela é forte neste tipo de seguro sempre ajuda. Feito isso, Dirce sugere que se leia com atenção a proposta e as condições gerais do seguro, em especial as cláusulas referentes às garantias e aos respectivos riscos excluídos. &#8220;É impreterível também verificar se a proposta contém os valores iniciais do prêmio e dos capitais segurados discriminados por cada tipo de cobertura contratada&#8221;, alerta Dirce.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">As condições gerais também contêm uma série de informações importantes como, por exemplo, um glossário com as principais definições, período de carência, riscos excluídos, critério de atualização de valores, documentos necessários no caso de pagamento da indenização, etc. Dirce avisa que as condições gerais devem estar acessíveis à empresa contratante, previamente à assinatura da respectiva proposta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, veja se as coberturas escolhidas são as que você precisa e se as importâncias seguradas estão corretas. O mercado de seguros sempre foi muito complicado de ser entendido pelos consumidores.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar problemas posteriores com um contrato repleto de termos técnicos, diversidade de produtos e métodos, cálculos e formação do preço, o caminho é escolher uma apólice clara, com manual do segurado que explique cada cobertura. Na hipótese de o consumidor não ter tempo para ler a documentação, ou mesmo não ter condições econômicas para custear a assessoria de um advogado que atue na área de seguros, é recomendável recorrer à assessoria de um corretor de seguros habilitado pela Susep, como intermediador do contrato de seguros.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Atenção: jamais contrate um seguro com base em informações verbais. &#8220;É recomendável que a empresa interessada no contrato de seguros formalize as suas dúvidas e solicite as respectivas respostas por meio eletrônico, fax ou carta postal, imprimindo-as e arquivando junto aos demais documentos relativos ao seguro contratado&#8221;, ensina a advogada. Na hipótese de necessidade de preenchimento de informações a respeito do perfil do objeto do seguro contratado, certifique-se ainda que as informações fornecidas estão 100% de acordo com a realidade. Caso contrário, há sério risco de perder o direito à indenização.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pequenos cuidados como esses assegurarão o efetivo pagamento da indenização. A apólice do seguro é o contrato do seguro. É direito da empresa segurada ter acesso a uma via da mesma.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Mendonça conta que o índice de problemas entre seguradoras e segurados se situa em pouco mais de o equivalente a 1% do total das indenizações pagas. Se o segurado acertar suas contas em dia, sem atrasos no pagamento, a indenização deve ser obrigatoriamente paga, sem criar problemas ou demoras desnecessárias. Se isto não acontecer, as seguradoras têm ouvidorias. Há ainda a possibilidade de reclamar na Susep ou no Procon, antes de entrar com uma ação judicial. A Susep ainda prevê que as seguradoras indenizem os segurados em casos de indução ao erro de interpretação, ocorrido por culpa da própria seguradora ou de intermediários. &#8220;Caso a empresa segurada tenha como comprovar, por meio de provas reconhecidas legalmente (e-mail, por exemplo) a informação incorreta fornecida pelo preposto da seguradora, ele terá direito à indenização&#8221;, avisa Dirce.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Crise financeira mundial pressiona resultados das apólices de crédito</title>
		<link>http://www.ad.com.br/crise-financeira-mundial-pressiona-resultados-das-apolices-de-credito</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 02:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[OS PREJUÍZOS causados pela crise mundial...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span>Os prejuízos causados pela crise mundial começam a chegar com mais efeito nas carteiras de crédito e de garantia. Segundo agências internacionais, a Munich Re informou que fez uma provisão para um eventual pedido de US$ 200 milhões para indenizar apólices que garantiam o contrato de construção de navios sul coreanos e que não foi finalizado por falta de liquidez no mercado internacional durante a crise.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p style="text-align: justify;">Para ser considerado um sinistro, o pedido de indenização de uma empresa leva cerca de 120 dias para ser provisionado. Isto porque a empresa tem de esperar até 30 dias para fazer o comunicado à seguradora. Após este prazo, a companhia tem outros 90 dias para negociar o recebimento do valor junto aos fornecedores do segurado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é de perdas nas carteiras de crédito e garantia para este e o próximo ano em razão da crise financeira ter elevado significativamente a inadimplência das empresas.Em razão deste cenário mundial, as seguradoras que atuam com crédito no Brasil estão engessadas, uma vez que falta capacidade de resseguro para as operações.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span style="FONT-STYLE: italic">Data: 18.09.2009 -  Fonte: CQCS &#8211; Fenaseg</span></p>
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