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	<title>AD Corretora de Seguros &#187; saúde</title>
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	<description>AD Corretora de Seguros - É mais que seguros, é AD</description>
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		<title>Qualidade de vida sem gastar muito</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 13:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvia.ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Adotando comportamentos simples é possível viver bem e controlar o orçamento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora muitos possam pensar que qualidade de vida implica mais custos para os consumidores, isso nem sempre é verdade. Ter mais saúde não é sinônimo de ter mais gastos, pois, adotando alguns comportamentos simples, é possível equilibrar muito bem qualidade de vida e orçamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A começar pela alimentação, o consultor do Instituto de Qualidade de Vida, Artur Zular, explica que, para aqueles que almoçam fora todos os dias, por conta do trabalho, é possível melhorar a alimentação sem ter de gastar mais em restaurantes caros, por exemplo. “Todos os restaurantes oferecem a alimentação básica e saudável: arroz, feijão, carne e salada”, diz Zular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #0000ff;">ALIMENTAÇÃO</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O maior problema da alimentação não é o quanto se paga por ela, mas como ele é feita. “A questão não é a qualidade dos restaurantes, mas o fato das pessoas não saberem pegar as coisas certas”, observa Zular. Além disso, outros comportamentos interferem nesse processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por exemplo, quando a pessoa não toma café da manhã e passa a manhã toda sem comer, ela provavelmente vai comer muito na hora do almoço. E, possivelmente, de forma errada. O correto, portanto, é não esquecer do café, tomar um lanche após três horas e seguir para o almoço. Além disso, o item que encarece bastante o almoço é a bebida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Zular, deixar de beber no almoço não é só uma questão de economia, mas também de qualidade de vida. Isso porque não é recomendável ingerir líquido durante o almoço. “A capacidade do estômago é de 500 ml (mililitros) e não se deve beber muito líquido durante a refeição”, analisa. Ele ressalta ainda que não se deve matar a sede na hora do almoço, mas, sim, deve-se beber água no decorrer de todo o dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #0000ff;">ANSIEDADE</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda em se tratando de almoço, vale a pena saber que falar de negócios nesse momento aumenta a ansiedade que, por sua vez, fará com que a pessoa coma mais, ou seja, mais do que o corpo precisa. Dessa forma, você pagará mais e por uma comida que nem deveria ter sido ingerida. Sem contar que estará fazendo mal para o seu corpo. A dica é: durante sua hora de almoço, esqueça o assunto trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais um conselho que diz respeito ao almoço no horário de trabalho é a famosa marmita. Boa parte das pessoas não considera essa opção por considerá-la “fora de moda”. Porém, os benefícios são inúmeros para quem decide adotá-la. É mais barato do que comer na rua e pode ser preparada de uma forma bastante saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro mito no setor de alimentação é de que comprar itens mais saudáveis no supermercado é mais caro. Os alimentos orgânicos, por exemplo, podem até ser mais caros, mas ninguém precisa consumi-los para ser saudável. A sugestão é observar as melhores formas de aproveitar os alimentos. Comer os talos das verduras, por exemplo, coisa que poucas pessoas fazem, é muito saudável, já que são ricos em nutrientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é preciso, portanto, gastar rios de dinheiro com os alimentos sofisticados. Basta comprar as boas e velhas saladas e frutas que você já estará contribuindo muito para sua qualidade de vida sem onerar o bolso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #0000ff;">ATIVIDADE FÍSICA</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro mito referente à qualidade de vida e orçamento é que, para ser saudável, você precisa estar matriculado em uma academia. A atividade física, porém, pode ser praticada em milhares de lugares. É possível trocar a academia por um parque, por exemplo. Você pode, inclusive, se integrar a um grupo de caminhada ou de corrida. Existem ainda vários parques com equipamentos para musculação e com grupos que praticam yoga ou alongamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, tudo que você encontra na academia é possível trazer para sua casa. Zular faz outra recomendação que vale a pena considerar. Os serviços domésticos também contribuem para gastar calorias e dar condicionamento físico. “As pessoas estão muito sedentárias. E ainda consideram o trabalho de casa como algo ruim”, analisa Zular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém, todas as atividades que são feitas pelas empregadas domésticas podem muito bem ser feitas por você, o que permite uma boa economia, já que não desembolsará com o pagamento de tal funcionária, e contribui novamente para sua qualidade de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, lembre-se de que o estresse é o causador de inúmeros problemas, o que resulta em gastos com remédios, por exemplo. Adotando uma vida mais saudável, procurando um trabalho que não o consuma tanto, você consegue ter mais qualidade de vida e economiza com os gastos para reparar esses problemas. “Uma boa noite de sono previne muitos problemas”, finaliza Zular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: InfoMoney</strong></em></p>
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		<title>Seguros necessários</title>
		<link>http://www.ad.com.br/destes-ninguem-escapa</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 11:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estela.rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Os tipos de seguro que nos fazem viver tranquilos,e que se tornaram compulsórios em um cotidiano de muitos riscos.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua última edição, veiculada em 30 de novembro, a Revista Veja publicou um especial sobre Seguros, com matérias e artigos que abordaram desde a sua origem até os desafios enfrentados com as grandes indenizações geradas por ataques terroristas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira abaixo uma das matérias veiculadas no caderno, que aborda as modalidades de seguros essenciais para nosso cotidiano de riscos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Destes ninguém escapa</strong></p>
<p><em>Os tipos de seguro que nos fazem viver tranquilos, e que se tornaram compulsórios em um cotidiano de muitos riscos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="color: #999999; font-size: small;">Fonte: Revista Veja &#8211; Especial Seguros &#8211; 30/11/11</span></em></p>
<p><em><span style="color: #999999; font-size: small;">Matéria escrita por Denise Bueno</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>A saúde pode não ter preço, mas tem custo e uma avalanche de reclamações. O setor está entre os líderes de queixas nos órgãos de defesa do consumidor. O cenário é o seguinte: clientes sem atendimento, empresas de saúde em busca de lucro para manter o acionista no negócio, fornecedores que fazem greve e governo que busca equilibrar as relações para desafogar o SUS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> Quem trabalha em uma empresa tem a sorte de ter um plano de saúde com custos mais acessíveis que os dos planos individuais. Porém, o medo de perder o emprego faz com que as pessoas estejam sempre preocupadas com o que fazer caso isso aconteça. Pacotes de livre escolha de médicos e hospitais costumam ter um preço médio 30% acima do praticado pelas empresas de medicina de grupo ou de assistência médica, que conseguem controlar custos por permitirem apenas o uso de rede credenciada nos planos mais básicos, sem direito a reembolso e muitas vezes limitados geograficamente. Alberto Dabus Filho, superintendente de benefícios da AD CORRETORA DE SEGUROS, revela que há planos para todos os gostos e bolsos. Os valores dos planos podem variar muito, começando dos mais simples, em torno de 100 reais, com internação em enfermaria de hospitais selecionados, e chegando aos mais sofisticados, com mensalidades de 4 000 reais. Esses últimos, entre os quais se inclui o da Omint, oferecem até a possibilidade de o cliente passar por cirurgia plástica nos melhores hospitais do país. Nos planos comuns, plástica só se for reparadora de danos causados por um acidente. Os efeitos do tempo, só mesmo em planos caros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os preços variam não só pela forma de contratação, mas também pela abrangência do contrato e coberturas capilaridade e qualidade da rede de atendimento, limites de reembolso, região faixa etária do segurado e tipo de plano (completo ou apenas com cobertura hospitalar). Também contam pontos no preço a idade do cliente, o histórico de saúde e os hábitos de vida (fumante paga mais e quem pratica esporte tem desconto).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Cuidados:</em> Olho vivo nas letras miúdas. A Lei 9.956 obriga as empresas do setor a ofertar um rol de procedimentos básicos. Mesmo assim, é preciso ficar atento às mudanças, pois as empresas podem excluir prestadores sem aviso prévio. Com certeza, a melhor opção é procurar um corretor especializado em saúde para ter um plano sob medida para as suas necessidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carro</strong></p>
<p>O seguro de automóveis é um dos mais difundidos no Brasil, e, no entanto, apenas 30% da frota é protegida por contrato. Em países com legislação mais rígida, esse porcentual se aproxima de 100%.&#8221;Se todo dono de automóvel pensasse que, com seu carro de 30 000 reais, pode causar prejuízos da ordem de 100 000 reais, ou mais, certamente não circularia sem seguro&#8221;, diz Marcelo Blay, proprietário da corretora Minuto Seguros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> Se o bolso está apertado, é possível comprar cobertura apenas para incêndio, roubo e colisão &#8211; e não incluir quebra de vidros, carro extra assistência 24 horas. Hoje é quase possível fazer uma comparação de preços entre as seguradoras, tamanha a variedade de coberturas e tantos os diferenciais na formação do preço final. Por isso, recomenda-se uma boa avaliação de cada produto antes de fechar a compra. Todas as seguradoras levam em conta o perfil do condutor, local de residência, hábitos de uso do veículo e o histórico financeiro, como segurado, como motorista e até mesmo como cidadão responsável. Na BB Mapfre, por exemplo, se o carro passar na vistoria veicular, há um desconto de 113 reais. No HSBC, o seguro Verde Auto compensa a emissão anual de dióxido de carbono do veículo do cliente, ao repassar uma parte do valor para entidades ambientais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de cobrirem reparos e ressarcirem o segurado em caso de roubo ou perda total, as apólices embutem serviços cada vez mais sofisticados. A Porto Seguro, a maior do setor, tem uma infinidade de mordomias, desde desconto para quem não tem pontos na carteira de habilitação até envio de especialista em informática para ajudar em eventuais panes no computador. As seguradoras oferecem outros serviços muito úteis, embora já tradicionais, incluídos em assistências 24 horas: carro reserva, serviço de troca de pneu, guincho e a famosa &#8220;chupeta&#8221;, que religa a bateria do veículo, são os mais. básicos. Há também mimos e facilidades, como poder consertar eletrodomésticos ou mesmo receber desconto em pet shops. Na SulAmérica, as mulheres têm um . benefício interessante: franquia zero. Se a segurada bater o carro; o primeiro conserto será por conta da companhia mesmo que a valor seja.menor que o da franquia indicada na apólice.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Cuidados:</em> Pesquise o preço do seguro antes de comprar um carro. Os modelos mais visados pelos ladrões podem ter um custo inviável. E ficar sem o seguro de um objeto de desejo da malandragem não é uma boa decisão. Atenção aos veículos zero-quilômetro. Muitos acidentes acontecem logo que o comprador pega o carro, por ainda estar se adaptando às novas dimensões do veículo. Por isso é fundamental verificar se, em caso de acidente, o seguro vai pagar o valor da nota fiscal ou o valor da tabela Fipe, geralmente com 20% de depreciação logo depois que o veículo deixa a concessionária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vida</strong></p>
<p>O seguro de vida faz parte quase obrigatória do pacote de benefícios oferecidos a funcionários de empresas. Mas cresce muito o filão do seguro individual, desenhado para profissional liberais e autônomos, além de clientes que querem uma apólice mais completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> O primeiro passo é saber quanta o seguro de vida é crucial no orçamento familiar. Para quem tem filhos, a resposta é praticamente certa: inevitável. Ainda mais se o patrimônio acumulado ainda não é suficiente para bancar as despesas por pelo menos dois anos. Caso não tenha um seguro-educação ou plano de previdência para custear os estudos das crianças, é bom acrescentar um valor maior ao capital segurado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há seguros que cobrem invalidez temporária ou definitiva &#8211; a maior procura, no entanto, é pelo seguro de morte mesmo, aquele que garante um valor para a família se organizar com a responsável financeiro. A Mongeral Aegon lançou neste ano um seguro de vida com capital garantido de 2 milhões de reais.&#8221;Há uma grande demanda por valores mais elevados, que antes não eram oferecidos no Brasil&#8221;, diz Helder Molina, presidente da seguradora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cuidados: É fundamental saber se o seguro contratado cobre morte natural ou morte acidental. Geralmente, apenas a morte e a invalidez acidentais são garantidas. Quem morrer de uma doença como o câncer, por exemplo, não receberá nada do seguro. Somente se tiver cobertura para morte natural. E, mesmo assim, se for uma doença que apareceu depois da compra da apólice. Antes de aceitar o cliente, a seguradora pede que o consumidor preencha uma proposta de adesão. Os problemas de saúde crônicos e preexistentes, como diabetes, câncer, doenças cardíacas, precisam ser informados. Caso contrário, a companhia pode negar o pagamento da indenização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Residência</strong></p>
<p>Estimativas revelam que, no país, 40 milhões de lares não possuem seguro residencial, conforme cálculos do setor. Ao mapearem os motivos que afastam o brasileiro dessa proteção, as seguradoras desenvolveram pacotes fáceis de entender e acessíveis ao bolso do público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como escolher: Por 300 reais ao ano é possível proteger o seu apartamento de estragos causados por incêndio, explosão e danos elétricos, além de obter coberturas acessórias, como em casos de inadimplência com aluguel, vendaval, roubo e furto, responsabilidade civil familiar e quebra de vidros. Se você morar em uma casa, o preço do seguro dobrará. Geralmente o custo vai de 0,05% do valor da cobertura principal (raio, incêndio e explosão) a 0,5% nas apólices mais completas. Se incêndio, explosão e impacto de veículos são riscos pouco prováveis, o mesmo não acontece com danos elétricos e roubo. O Brasil está entre os campeões em incidência de raios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A concorrência tem feito a disputa ir muito além dos serviços de chaveiro, troca de vidros, encanador, conserto de eletrodomésticos e limpeza de caixa-d&#8217;água. Tudo isso já se tomou praticamente uma obrigação. Portanto, a inovação é o caminho. Em outubro, os clientes do seguro residencial Itaú passaram a ter à disposição uma série de serviços ambientais, com destaque para descarte de eletroeletrônicos, eletrodomésticos e móveis sem uso ou quebrados, incluindo a coleta residencial dos materiais, que serão destinados a descarte ambientalmente correto. Na SulAmérica, o cliente pode solicitar o Check-Up Sul Kids &#8211; por meio dele, um profissional é enviado para verificar instalações, móveis e objetos que representem perigo para as crianças da casa, incluindo a colocação de protetores de tomada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Cuidados:</em> Uma dica da Harmonia Corretora de Seguros é atentar para o tipo de assistência que está sendo oferecido.&#8221;Se você mora em apartamento, não é necessário contratar assistência que ofereça limpeza de caixa-d&#8217;água ou substituição de telhas.&#8221;A corretora AD faz um lembrete importante: &#8220;Se você for se ausentar por um período superior a trinta dias, deverá comunicar esse fato formalmente à seguradora, para não perder o direito à indenização&#8221;. As residências em condomínios fechados têm desconto no seguro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Proteções (muito) modernas</strong></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Riscos financeiros</strong></p>
<p>Quando o assunto é risco financeiro, o ideal é consultar especialistas, para evitar prejuízos. Entre os seguros mais comuns há o seguro garantia, o de risco de crédito e o de risco político.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> O seguro garantia é exigido pelas entidades financiadoras, públicas ou privadas, para certificar-se que o contrato seja honrado nas condições e prazos acertados. Nesse contrato, o contratante receberá a indenização caso o tomador do crédito, responsável por pagar o seguro e apresentar garantias, não cumprir o que prometeu. Tais garantias serão executadas pela seguradora para se ressarcir das perdas financeiras causadas pelo descumprimento do contrato. O seguro de crédito se divide em doméstico e para exportação.Trata-se de uma ferramenta de gestão e transferência do risco de inadimplência das empresas para as seguradoras. No seguro de crédito doméstico, a cobertura visa a proteger o faturamento das empresas, mesmo que seus fornecedores entrem em falência. Já no de crédito à exportação, a apólice garante os casos de inadimplência. Com a crise financeira mundial, ambos têm apresentado forte demanda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O seguro de risco político, atualmente ofertado no Brasil apenas pela seguradora Zurich, cobre investimentos de companhias multinacionais brasileiras em outros países. O mercado de seguro de risco político no mundo movimenta cerca de 1 bilhão de dólares em prêmios. No Brasil, a oferta começou neste ano, e por isso o setor carece de estatísticas. As principais coberturas do seguro são para expropriação, como aquelas que Hugo Chávez fez na Venezuela recentemente, apropriando-se do patrimônio de empresas privadas. Ele também cobre prejuízos devido a declaração de calote, como a Grécia ameaçou fazer neste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Residência</strong></p>
<p><em>Cuidados:</em> A impossibilidade de conversão de moedas é um risco. Se isso acontecer, o prejuízo correrá por conta da seguradora até o limite da indenização estipulada no contrato. Nos diferenciais da Zurich, os corretores citam a vigência do contrato por até quinze anos, com limite de cobertura de até 150 milhões de dólares e indenização de até 100% do investimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Responsabilidade civil</strong></p>
<p>O seguro de responsabilidade civil existe para proteger o patrimônio das pessoas e empresas. Caso você se envolva em um acidente e seja condenado na Justiça a indenizar alguém pelos prejuízos que causou, a seguradora será a responsável por pagar a quantia determinada no processo até o valor máximo contratado por você na apólice. No Brasil, pagar pelos danos causados a terceiros é uma realidade que começa a ganhar força. Nos Estados Unidos, essa é uma das maiores carteiras das seguradoras em razão da agilidade da Justiça em julgar processos por perdas e danos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> A Allianz oferece o Tranquilidade Familiar, um misto de seguro de responsabilidade civil e seguro de roubo. A apólice cobre danos causados pelo segurado, cônjuge, filhos menores quando na companhia dos pais, animais domésticos, bem como queda ou lançamento de objetos do imóvel o segurado que machuquem alguém. Se o amigo do filho cair na festa do bufê infantil, por exemplo o seguro indenizará os prejuízos causados ao pai da vítima. Se o cachorro da família morder o vizinho, também. O segurado tem ainda cobertura durante a prática de esportes como golfe, tênis, surfe, pesca e ciclismo. Caso ele circule de bicicleta e atropele um pedestre, por exemplo o seguro indenizará os danos a terceiros. Se a bola de golfe acertar a testa de alguém, idem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mundo corporativo, a responsabilidade civil é mais disputada. Os seguros mais difundidos são conhecidos como Directors &amp; Officers (D&amp;O) e Errors &amp; Omissions (E&amp;O). &#8220;Segundo nossa legislação, o gestor está sujeito a responder com seu patrimônio pessoal pelas reclamações que podem vir a ocorrer contra a empresa e sua administração&#8221;, diz Maura Leite, executivo da Marsh &amp; McLennan do Brasil. Para mitigar o risco da gestão dos executivos, o D&amp;O cobre desde práticas trabalhistas indevidas, como processos por assédio e constrangimento, discriminação racial, demissão injusta, até a tomada de uma decisão errada que tenha provocado prejuízo financeiro. Obviamente, casos dolosos e fraudes não são cobertos pelo seguro. Já o seguro de erros e omissões é indicado para quem presta serviço de conteúdo intelectual, como consultor, profissional liberal ou fornecedor de serviços especializados. O objetivo da apólice é indenizar valores provenientes de reclamações de terceiros prejudicados por erros e omissões do segurado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Cuidados:</em> Somente as empresas podem comprar o D&amp;O para seus executivos, explica Leandro Martinez, diretor de linhas financeiras da ACE. Chegar ao valor ideal de cobertura requer auxílio de um corretor especializado, que ajudará a avaliar a abrangência da cobertura, as franquias e os principais riscos. Com a sofisticação do mercado de capitais, as seguradoras importaram também o Investment Management Insurance (IMI), que indeniza terceiros prejudicados por atos de gestão de administradores e gestores de fundos de investimentos, e o Banker Blanket Bond (BBB), que indeniza a própria instituição financeira tomadora do seguro em razão de perdas relacionadas a fraudes cometidas por empregados. É claro que, diante de,tamanha crise financeira mundial, o custo desses seguros está salgado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cartilha ensina a chegar à terceira idade com saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvia.ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o passar dos anos deve-se aumentar a quantidade de ingestão de água ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, é possível chegar à terceira idade com saúde. Preocupada com a qualidade de vida dos idosos, a SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Grontologia), elaborou uma cartilha. Nela, estão contidas dicas que apontam os problemas mais comuns com os passar dos anos e o que é possível fazer para amenizá-los.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a SBGG, por volta dos 25 anos o corpo humano inicia uma série de transformações características do envelhecer. A composição corporal se altera, com uma diminuição da água nas células. Em contrapartida, a gordura aumenta, especialmente nos quadris e abdômen. Há perda muscular e o ritmo de renovação celular decai em todos os órgãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja algumas dicas da SBGG para amenizar os efeitos do tempo no corpo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Pele</h3>
<p>Com o passar dos anos deve-se aumentar a quantidade de ingestão de água. Com a idade, o centro da sede perde a sensibilidade e passa a não transmitir o alerta adequado. Idosos podem passar dias sem ter sede e sem beber água. A falta do líquido resseca a pele, o que pode provocar coceiras e infecções. Pois quando a pele fica seca, ela rompe ao menor traumas que podem infectar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Musculatura</h3>
<p>A prática de atividade física é fundamental. Com o passar dos anos os músculos diminuem e o risco de quedas aumenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Paladar</h3>
<p>As papilas gustativas diminuem e com isso ocorre o risco de aumentar a quantidade de sal e açúcar nos alimentos. É fundamental manter em dia a higiene bucal com foco na língua, que deve ser escovada para retirar a camada saburrosa que cobre as papilas gustativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para fazer o download da cartilha na íntegra, <a href="http://www.ad.com.br/wp-content/uploads/cartilha-envelhecimento.pdf" target="_blank">clique aqui</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: Portal R7</strong></em></p>
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		<title>Novo rol de procedimentos de planos de saúde entra em vigor nessa segunda-feira</title>
		<link>http://www.ad.com.br/novo-rol-de-procedimentos-de-planos-de-saude-entra-em-vigor-nessa-segunda-feira</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estela.rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[As novas regras para os planos de saúde, estabelecidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), entram em vigor,hoje segunda-feira (7)...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">As novas regras para os planos de saúde, estabelecidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), entram em vigor,hoje segunda-feira (7), quando as operadoras serão obrigadas a incluir, na cobertura básica, 70 procedimentos e ampliar o limite de consultas em algumas especialidades. Segundo a Agência, a nova lista deve beneficiar 44 milhões de usuários de planos contratados a partir do dia 2 de janeiro de 1999.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Novos procedimentos</strong></p>
<p><strong> </strong> </p>
<p style="text-align: justify;">Entre os novos procedimentos estão a cobertura obrigatória de transplante de medula óssea por parentes ou banco de medula, a inclusão de 16 procedimentos odontológicos, como colocação de coroas e blocos dentários, e o exame de imagem para identificação de câncer em estágio inicial e avançado, o PET-SCAN oncológico. Além disso, a ANS decidiu ampliar o número mínimo de consultas para determinadas especialidades, como fonoaudiologia, nutrição e psicologia.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Custos</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Agência Brasil, a ANS informou que as mudanças não terão grande peso nos custos, mas essa elevação pode ser repassada principalmente no caso dos contratos de grupos. Para a Associação Brasileira de Medicina de Grupo, que representa os planos de saúde, as novas regras irão gerar custos adicionais e os primeiros a sentir devem ser os novos clientes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><em>Fonte: CQCS</em></p>
<p><em> </em> </p>
<p><em> </em> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Na saúde, despesas são diferentes.</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 17:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricos destinam maior parte dos gastos em planos de saúde e prevenção;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ricos destinam maior parte dos gastos em planos de saúde e prevenção; os pobres, em remédios.</em></p>
<p><em> </em> </p>
<p style="text-align: justify;">O Perfil das Despesas no Brasil, divulgado ontem pelo IBGE, mostra que as famílias mais ricas no País investem mais em planos de saúde e prevenção, enquanto os mais pobres destinam grande parte do que usam em assistência à saúde para a compra de remédios. Medicamentos comprometem 76% dos gastos com saúde das famílias mais pobres (renda até R$ 400,00), fatia que para as mais ricas (acima de R$ 3 mil) representa apenas 23,7%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho também detalha que as despesas com planos e seguros de saúde entre as famílias mais pobres representam 7% do total destinado à saúde. Nas famílias com renda acima de R$ 6 mil, a fatia desses pagamentos chega a 37,19%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8216;Quem se previne e pode gastar com saúde no País? Só os ricos. Os pobres ficam refém da disponibilidade financeira, que não têm, e demandam serviço público&#8217;, disse a socióloga e técnica do IBGE Lilibeth Cardoso Ferreira.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">De forma geral, os dados da saúde também refletem a desigualdade de renda e gastos entre as famílias brasileiras. Basta ver que o grupo das famílias 40% mais pobres gastam R$ 63,49 ao mês com assistência à saúde, enquanto os gastos das famílias 10% mais ricas são de R$ 432,67 mensais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Chama a atenção, também, que o gasto mensal médio das famílias mais ricas com plano de saúde é de R$ 150,28, enquanto o gasto das mais pobres fica, na média, em R$ 2,70 por mês.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE informa que os orçamentos familiares dos grupos mais ricos &#8216;privilegiaram investimentos no acompanhamento e monitoramento das condições de saúde de seus membros&#8217;.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Já &#8216;pobres não têm planos e seguros de saúde, apontando para necessidades imperiosas de serviços públicos que tenham atendimento e resolutividade desse contingente populacional&#8217;.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE também calculou que as famílias mais pobres pagam com recursos próprios 44,1% do que consomem em assistência à saúde &#8211; o restante é prestação pública ou doações, basicamente. Já dentre os mais ricos, a fatia paga com recursos próprios salta para 86,9% dos gastos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h3>PARTICIPAÇÃO NO TOTAL</h3>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A proporção de gastos com saúde é baixa no País. &#8216;As despesas com assistência à saúde, nas diferentes classes de renda, se mantiveram entre 4% e 6%, demonstrando que as decisões sobre despesas familiares com assistência à saúde não tiveram lugar destacado, o que é um indicador das prioridades ou reais necessidades de consumo das famílias&#8217;, registra o trabalho.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o levantamento do IBGE conclui que os gastos para &#8216;morar&#8217; e &#8216;alimentar-se&#8217; nas classes de renda mais baixa correspondem a quase 70% das despesas mensais. Os mesmos gastos para os mais ricos representam 31,8%, pois têm maior abrangência de consumo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa também identificou que as despesas com saúde nas áreas urbana ou rural para as famílias mais ricas não registravam diferenças significativas. Para o IBGE, isso referenda a tese de que &#8216;a disponibilidade de renda é o fator determinante para as despesas com atenção à saúde&#8217;. No Norte e Nordeste, as despesas com saúde não chegavam a R$ 100,00 ao mês. Já no Sul e Sudeste, os valores foram, respectivamente, de R$ 129,13 e R$ 180,87.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: CQCS</p>
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		<title>Prevenção a doenças reduz custo de empresas com saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 20:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas estão investindo cada vez mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As empresas estão investindo cada vez mais em programas para melhorar a saúde dos funcionários. As seguradoras também têm se movimentado nesse sentido, oferecendo acompanhamento e diagnóstico para as empresas que usam seus serviços. Segundo especialistas, um colaborador doente pode custar, em média, duas vezes mais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo disso é a Lexmark International do Brasil, que desenvolve programas de prevenção de saúde para reduzir os custos com saúde e o aumentar o desempenho das equipes. &#8220;Quando o funcionário está feliz e saudável, ele rende mais no seu trabalho. Por isso, resolvi investir em programas de prevenção. Há quatro anos nós gastávamos 110% da nossa franquia do seguro-saúde. Hoje utilizamos apenas 65% de todo o pacote&#8221;, explicou o presidente da Lexmark International do Brasil, Leonel Costa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A companhia ainda desenvolve programas que visam a tratar a depressão, uma das doenças que mais atingem as empresas. De acordo com Costa, o doente necessita de um a dois anos para conseguir se recuperar totalmente, e quando volta ao trabalho tem o seu rendimento reduzido em 20%. &#8220;Nós não visamos o quanto vamos gastar com a saúde dos nossos funcionários. Queremos que todos os departamentos estejam bem e que as pessoas tenham cada vez mais vontade de trabalhar com a gente. A idéia é conciliar desenvolvimento, desempenho e saúde no ambiente de trabalho&#8221;, ressaltou Costa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outro ótimo exemplo é o Hospital Sírio-Libanês, que implantou um Programa de Prevenção e Tratamento do Tabagismo para seus funcionários. A medida usada com 220 funcionários deu tão certo que a entidade iniciou o atendimento a empresas que queiram realizar o programa com seus profissionais. &#8220;Fizemos uma parceria com a Klabin, que se interessou pelo programa, e temos mais 29 empresas na lista de espera. Os resultados são rápidos, mas as empresas precisam manter a política de gestão de saúde continuamente&#8221;, alertou a chefe do check-up de executivos do Hospital Sírio-Libanês e responsável pelo Programa de Prevenção e Tratamento do Tabagismo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo pesquisas realizadas pelo hospital, 80% das pessoas tratadas param de fumar no primeiro mês. O tratamento dura dois meses e é realizado com grupos de cinco a dez pessoas. Preocupadas também com a saúde de seus clientes, diversas seguradoras de saúde incorporaram ao seu portfólio o serviço de prevenção de saúde. Além de agregar mais clientes coorporativos, as seguradoras ainda ganham com a conscientização de seus próprios funcionários.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">De olho numa fatia de um segmento que tem crescido muito nos últimos anos, a SulAmérica Saúde lançou o Saúde Ativa, que traça o perfil dos funcionários por meio de questionários. Depois disso, é dado início ao planejamento das ações de prevenção, e, nos casos de doenças crônicas, a empresa fornece acompanhamento de profissionais qualificados. O trabalho não tem nenhum custo para a empresa cliente nem para os segurados. Para a seguradora, o retorno do investimento no Saúde Ativa está na melhoria da qualidade de vida dos usuários, além da redução da sinistralidade e de gastos com serviços de saúde.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para a empresa cliente, o ganho se dá na produtividade, uma vez que a medicina preventiva pode reduzir o absenteísmo dos funcionários. &#8220;O programa Saúde Ativa da SulAmérica atende hoje mais de 71 mil segurados, com previsão de triplicar este número nos próximos anos. Nosso foco é a melhoria na qualidade de vida de nossos segurados e clientes por meio do incentivo a hábitos saudáveis e do acompanhamento daqueles que já possuem doenças crônicas&#8221;, afirmou o diretor de Prestadores Médicos da SulAmérica Saúde, Roberto Galfi.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: DCI Online</p>
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		<title>Plano de Saúde para Empregada Doméstica pode ser deduzido do Imposto de Renda</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A dedução no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de gastos com planos de saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A dedução no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de gastos com planos de saúde para empregadas domésticas pode ser mais um incentivo para trazer à formalidade cerca de 4,5 milhões de trabalhadores que não têm carteira de trabalho assinada. Projeto de lei sobre o assunto está previsto para ser votado amanhã pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se for aprovada, a matéria segue para apreciação da Câmara dos Deputados, uma vez que tramita em caráter terminativo e, portanto, não depende de votação no plenário do Senado. Para viabilizar a dedução no IRPF de eventuais gastos com planos de saúde, o empregador terá comprovar a regularidade das anotações na carteira de trabalho e estar em dia com as contribuições previdenciárias da empregada doméstica.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na opinião da relatora do projeto, Rosalba Ciarlini (DEM-RN), a medida não implica qualquer problema de arrecadação do governo. Ela acrescenta, em seu parecer, que um eventual impacto no caixa da Receita Federal será compensado com o aumento das contribuições à Previdência Social.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A relatora destacou que o incentivo para que as domésticas tenham planos de saúde pode ser um instrumento a mais na tentativa de desafogar o Sistema Único de Saúde (SUS) e, consequentemente, garantir um melhor atendimento médico à categoria.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto de lei é o segundo item da pauta da CAE. Como o presidente da comissão, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), tem priorizado a votação de matérias terminativas, o projeto só não será votado caso haja pedido de vista por parte de algum senador membro do colegiado. Neste caso, o procedimento é conceder uma semana de prazo para a análise por parte de todos os senadores e votar a matéria na reunião seguinte.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: CQCS &#8211; Agência Brasil | Monitor Mercantil – 10/11/2009</p>
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		<title>Entram em vigor novas regras para planos de saúde</title>
		<link>http://www.ad.com.br/entram-em-vigor-novas-regras-para-planos-de-saude</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 02:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Principais mudanças dizem respeito à contratação de planos coletivos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entram em vigor nesta terça-feira, 3 de novembro, as novas regras para contratação de planos coletivos. Os planos que prestam assistência à saúde de população vinculada à pessoa jurídica contratante por vínculo empregatício ou estatutário serão denominados empresariais, enquanto os planos coletivos por adesão serão contratados por pessoa jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial como conselhos, sindicatos e associações profissionais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outra mudança é a que os planos de saúde coletivos só poderão ter reajuste de preço a cada 12 meses. Além disso, a responsabilidade pelo pagamento dos serviços prestados pelo plano de saúde coletivo será da pessoa jurídica contratante, exceto nos no caso de aposentados e demitidos, conforme artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656/98.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Nos planos empresariais com mais de 30 vidas, os beneficiários que aderirem em até 30 dias da assinatura do contrato estarão isentos de carência e Cobertura Parcial Temporária. Novos funcionários ou dependentes terão 30 dias de seu ingresso na pessoa jurídica contratante para aderir ao plano.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Nos planos por adesão, os beneficiários que aderirem até 30 dias terão isenção de carências, mas poderá ser exigida Cobertura Parcial Temporária. A cada aniversário do contrato poderão entrar, com isenção de carência, beneficiários que tenham se vinculado à pessoa jurídica contratante depois dos 30 dias iniciais ou novos dependentes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na contratação de novos planos, o beneficiário receberá o Manual para Contratação de Plano de Saúde e o Guia de Leitura Contratual, garantindo maior informação para uma melhor escolha. Está prevista ainda a reclassificação automática do tipo de contratação do registro de produtos coletivos. Os planos terão seu conceito ajustado à norma de acordo com as informações disponíveis nos sistemas da ANS.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os contratos de planos de saúde vigentes que não se adequarem às novas regras não poderão ter novos beneficiários. A RN nº200 destaca que conforme previsto na Lei nº 9.656/98 novo cônjuge ou filho são as únicas exceções a esta regra.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: ANS (http://www.ans.gov.br) &#8211; Data: 03.11.2009</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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