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	<title>AD Corretora de Seguros &#187; seguro</title>
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	<description>AD Corretora de Seguros - É mais que seguros, é AD</description>
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		<title>4 lições da tragédia do Rio para quem investe em imóveis</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvia.ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer seguro e vistoriar o imóvel de tempos em tempos são precauções essenciais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os trágicos desmoronamentos ocorridos nesta quarta-feira no Centro do Rio lembram aos proprietários de imóveis que os riscos desse tipo de investimento ultrapassam o sobe-e-desce da oferta e da demanda. Imóveis são bens físicos; expostos, portanto, a problemas estruturais e outros danos muitas vezes causados por quem não tem nada a ver com o empreendimento. Fora isso, há pessoas morando, trabalhando e visitando o seu investimento, e elas devem ser protegidas e reparadas caso o pior venha a acontecer.</p>
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<p>No Centro do Rio, um prédio comercial chamado Edifício Liberdade desabou, levando ao chão dois prédios vizinhos. Aparentemente, o motivo foi um problema na execução de uma obra que ocorria no Edifício Liberdade. O que fazer no caso de um estrago de tamanhas proporções? E se o seu imóvel for danificado por causa da ação de terceiros? “Em casos como o do Rio, o investidor deve lembrar que existe o risco de perder completamente o seu investimento”, diz o economista Luiz Calado, autor de um livro sobre investimento em imóveis.</p>
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<p>Veja a seguir as quatro lições que o investidor em imóveis deve aprender com a tragédia do Rio:</p>
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<h3>1. Faça seguro da sua propriedade</h3>
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<p>Seguros para imóveis têm excelente custo-benefício e protegem o bolso dos proprietários de verdadeiras facadas, uma vez que os sinistros costumam custar bem caro. No Brasil, é obrigatório por Lei que todo condomínio tenha um seguro denominado Cobertura Básica Ampla, que protege a estrutura do edifício e os móveis das áreas comuns contra incêndio e destruição total ou parcial, não importando a causa. O condomínio que não tiver este seguro deve ser multado em um doze avos do IPTU a cada mês sem seguro.</p>
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<p>No caso que ocorreu no Rio, todos os prédios que desabaram estarão cobertos, caso tenham seguro. É importante lembrar, porém, que apenas o condomínio está segurado; as unidades – salas comerciais e apartamentos, bem como seu conteúdo – precisam de um seguro próprio.</p>
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<p>As coberturas, nesse último caso, são inúmeras. A básica inclui incêndio, explosão e fumaça, mas em algumas seguradoras é possível contratar coberturas para impacto de aviões e veículos terrestres, vendaval, alagamento e até desmoronamento. Para casas e apartamentos residenciais, o valor do seguro não costuma custar mais do que 1% do valor do imóvel.</p>
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<p>Uma cobertura importante dos seguros imobiliários é a de Responsabilidade Civil, que cobre danos causados pelo segurado a terceiros. Por exemplo, se a marquise da sua casa desabar e ferir um pedestre, esse seguro cobre os gastos hospitalares e até mesmo as despesas para responder a um eventual processo judicial.</p>
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<p>Há coberturas interessantes até mesmo para inquilinos. Se você aluga o imóvel para desempenhar uma atividade profissional ou se trabalha em casa, pode ser bom contratar um seguro de lucros cessantes caso venha a ficar sem seu ganha-pão. “No Rio, se fecham a rua onde ocorreram os desmoronamentos, até o comerciante que nada tem a ver com a história terá de deixar de trabalhar e vai ficar sem faturar”, lembra Luiz Calado.</p>
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<h3>2. Acompanhe as obras no empreendimento</h3>
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<p>Mesmo que o investidor não more ou trabalhe na propriedade, é essencial acompanhar ou ter alguém que acompanhe eventuais obras no empreendimento. Toda obra tocada por um engenheiro deve ser registrada no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) do estado, assim como o profissional responsável. A obra também deve dispor de todas as licenças cabíveis, conforme o que é determinado pelo Plano Diretor da cidade.</p>
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<p>No caso do Rio, especialistas suspeitam que o Edifício Liberdade teria sofrido um dano na estrutura por conta de uma obra realizada por uma empresa ali instalada. De acordo com a prefeitura carioca, a situação do imóvel junto ao órgão era regular, e aquela obra, por sua natureza, não precisava de licenciamento. Mesmo assim, uma irregularidade passou: a obra não tinha registro no CREA-RJ.</p>
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<p>Portanto, quem pensa que ter um imóvel vizinho a um imóvel comercial afasta o risco de obras executadas de forma irregular ou amadora está enganado. Embora os CREAs não tenham função fiscalizadora, os engenheiros são obrigados a informar o órgão de todos os procedimentos, com especificações técnicas. Caso haja algum problema, o CREA poderá punir profissionalmente o engenheiro registrado, o que por si só confere uma segurança a mais à obra.</p>
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<p>O proprietário também deve estar de olho em eventuais sinais que possam indicar danos à estrutura, como rachaduras e dificuldades de abrir e fechar portas sem explicação aparente. No Edifício Liberdade, pessoas que trabalhavam no local chegaram a relatar que viram areia caindo dentro do prédio, por cima do elevador. Mesmo no Palace II, edifício que desabou no Rio de Janeiro em 1998, foi um morador que notou um dano em um dos pilares de sustentação após acordar com um estrondo e um tremor, o que levou os moradores a evacuarem o prédio. Nesses casos, a Defesa Civil deve ser acionada imediatamente.</p>
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<h3>3. Visite seu investimento periodicamente</h3>
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<p>Com ou sem obra, o investidor que aluga seu imóvel para terceiros deve se lembrar de visitá-lo periodicamente para se certificar de que não há nada estranho acontecendo. No Edifício Liberdade também foram levantadas suspeitas de uma explosão por conta de vazamento de gás, de corrosão e infiltração da laje de cobertura e até de sobrepeso por conta de depósito de entulho.</p>
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<p>Ao vistoriar o empreendimento, o proprietário deve observar se há cheiro de gás, rachaduras, portas que passaram a fechar com dificuldade, inclinações no solo, infiltrações, entre outros sintomas indicativos de que há algo errado. É importante verificar também se há obras em imóveis vizinhos ou obras públicas nos arredores. “Uma obra de metrô, por exemplo, é um risco grande para um imóvel”, diz Luiz Calado.</p>
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<p>Se algo de estranho for notado na estrutura, a Defesa Civil deve ser avisada. “Infelizmente não temos a cultura de levar o perigo muito a sério”, critica Agostinho Guerreiro, presidente do CREA-RJ.</p>
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<p>Caso haja uma obra particular em um prédio vizinho, é uma boa ideia verificar se ela está pelo menos regular, na tentativa de se proteger de maiores desastres. Para saber se a obra e o profissional responsável estão registrados no CREA do estado, basta entrar em contato com o órgão e informar o endereço do imóvel. Para saber se a obra está regular junto à Prefeitura, a Defesa Civil é o canal.</p>
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<h3>4. Diversifique</h3>
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<p>Os três prédios que desabaram no Rio de Janeiro eram vizinhos e estavam expostos ao mesmo risco. Um único evento foi suficiente para que os três desaparecessem. A “lei” da diversificação dos investimentos vale também para os imóveis. Não invista em imóveis localizados no mesmo bairro ou região de uma cidade. Mesmo no caso dos fundos imobiliários, procure aqueles que são expostos a diferentes tipos de risco – um bom pagador de aluguéis, um fundo mais ativo e um que tenha vários imóveis em carteira.<br />
“Imagine um sujeito que fosse dono de unidades em dois daqueles prédios que desabaram? Ao diversificar, o investidor se protege tanto da degradação da área quanto desse tipo de desastre”, lembra Luiz Calado.</p>
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<p><strong>Nos fundos, todo esse trabalho está por conta do gestor</strong></p>
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<p>Quem investe em fundos imobiliários terceiriza todo esse trabalho de acompanhamento do dia a dia do investimento. Os gestores já garantem o seguro, a regularização das obras, seu acompanhamento e, se fizer parte do perfil do fundo, também a diversificação.</p>
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<p>A Brazilian Mortgages, gestora de mais de 30 fundos imobiliários, detalha o processo de execução de uma obra regular – seja uma benfeitoria, seja para a concessão de um financiamento à produção: as etapas começam em um estudo de viabilidade feito por uma empresa de engenharia, passando por uma avaliação das condições que possibilitem a obra, visitas mensais à obra e relatórios de medição e evolução do projeto.</p>
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<p><em><strong>Fonte: Portal Exame</strong></em></p>
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		<title>Seguros necessários</title>
		<link>http://www.ad.com.br/destes-ninguem-escapa</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 11:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>estela.rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Os tipos de seguro que nos fazem viver tranquilos,e que se tornaram compulsórios em um cotidiano de muitos riscos.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua última edição, veiculada em 30 de novembro, a Revista Veja publicou um especial sobre Seguros, com matérias e artigos que abordaram desde a sua origem até os desafios enfrentados com as grandes indenizações geradas por ataques terroristas.</p>
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<p>Confira abaixo uma das matérias veiculadas no caderno, que aborda as modalidades de seguros essenciais para nosso cotidiano de riscos.</p>
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<p><strong>Destes ninguém escapa</strong></p>
<p><em>Os tipos de seguro que nos fazem viver tranquilos, e que se tornaram compulsórios em um cotidiano de muitos riscos.</em></p>
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<p><em><span style="color: #999999; font-size: small;">Fonte: Revista Veja &#8211; Especial Seguros &#8211; 30/11/11</span></em></p>
<p><em><span style="color: #999999; font-size: small;">Matéria escrita por Denise Bueno</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>A saúde pode não ter preço, mas tem custo e uma avalanche de reclamações. O setor está entre os líderes de queixas nos órgãos de defesa do consumidor. O cenário é o seguinte: clientes sem atendimento, empresas de saúde em busca de lucro para manter o acionista no negócio, fornecedores que fazem greve e governo que busca equilibrar as relações para desafogar o SUS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> Quem trabalha em uma empresa tem a sorte de ter um plano de saúde com custos mais acessíveis que os dos planos individuais. Porém, o medo de perder o emprego faz com que as pessoas estejam sempre preocupadas com o que fazer caso isso aconteça. Pacotes de livre escolha de médicos e hospitais costumam ter um preço médio 30% acima do praticado pelas empresas de medicina de grupo ou de assistência médica, que conseguem controlar custos por permitirem apenas o uso de rede credenciada nos planos mais básicos, sem direito a reembolso e muitas vezes limitados geograficamente. Alberto Dabus Filho, superintendente de benefícios da AD CORRETORA DE SEGUROS, revela que há planos para todos os gostos e bolsos. Os valores dos planos podem variar muito, começando dos mais simples, em torno de 100 reais, com internação em enfermaria de hospitais selecionados, e chegando aos mais sofisticados, com mensalidades de 4 000 reais. Esses últimos, entre os quais se inclui o da Omint, oferecem até a possibilidade de o cliente passar por cirurgia plástica nos melhores hospitais do país. Nos planos comuns, plástica só se for reparadora de danos causados por um acidente. Os efeitos do tempo, só mesmo em planos caros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os preços variam não só pela forma de contratação, mas também pela abrangência do contrato e coberturas capilaridade e qualidade da rede de atendimento, limites de reembolso, região faixa etária do segurado e tipo de plano (completo ou apenas com cobertura hospitalar). Também contam pontos no preço a idade do cliente, o histórico de saúde e os hábitos de vida (fumante paga mais e quem pratica esporte tem desconto).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Cuidados:</em> Olho vivo nas letras miúdas. A Lei 9.956 obriga as empresas do setor a ofertar um rol de procedimentos básicos. Mesmo assim, é preciso ficar atento às mudanças, pois as empresas podem excluir prestadores sem aviso prévio. Com certeza, a melhor opção é procurar um corretor especializado em saúde para ter um plano sob medida para as suas necessidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carro</strong></p>
<p>O seguro de automóveis é um dos mais difundidos no Brasil, e, no entanto, apenas 30% da frota é protegida por contrato. Em países com legislação mais rígida, esse porcentual se aproxima de 100%.&#8221;Se todo dono de automóvel pensasse que, com seu carro de 30 000 reais, pode causar prejuízos da ordem de 100 000 reais, ou mais, certamente não circularia sem seguro&#8221;, diz Marcelo Blay, proprietário da corretora Minuto Seguros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> Se o bolso está apertado, é possível comprar cobertura apenas para incêndio, roubo e colisão &#8211; e não incluir quebra de vidros, carro extra assistência 24 horas. Hoje é quase possível fazer uma comparação de preços entre as seguradoras, tamanha a variedade de coberturas e tantos os diferenciais na formação do preço final. Por isso, recomenda-se uma boa avaliação de cada produto antes de fechar a compra. Todas as seguradoras levam em conta o perfil do condutor, local de residência, hábitos de uso do veículo e o histórico financeiro, como segurado, como motorista e até mesmo como cidadão responsável. Na BB Mapfre, por exemplo, se o carro passar na vistoria veicular, há um desconto de 113 reais. No HSBC, o seguro Verde Auto compensa a emissão anual de dióxido de carbono do veículo do cliente, ao repassar uma parte do valor para entidades ambientais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de cobrirem reparos e ressarcirem o segurado em caso de roubo ou perda total, as apólices embutem serviços cada vez mais sofisticados. A Porto Seguro, a maior do setor, tem uma infinidade de mordomias, desde desconto para quem não tem pontos na carteira de habilitação até envio de especialista em informática para ajudar em eventuais panes no computador. As seguradoras oferecem outros serviços muito úteis, embora já tradicionais, incluídos em assistências 24 horas: carro reserva, serviço de troca de pneu, guincho e a famosa &#8220;chupeta&#8221;, que religa a bateria do veículo, são os mais. básicos. Há também mimos e facilidades, como poder consertar eletrodomésticos ou mesmo receber desconto em pet shops. Na SulAmérica, as mulheres têm um . benefício interessante: franquia zero. Se a segurada bater o carro; o primeiro conserto será por conta da companhia mesmo que a valor seja.menor que o da franquia indicada na apólice.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Cuidados:</em> Pesquise o preço do seguro antes de comprar um carro. Os modelos mais visados pelos ladrões podem ter um custo inviável. E ficar sem o seguro de um objeto de desejo da malandragem não é uma boa decisão. Atenção aos veículos zero-quilômetro. Muitos acidentes acontecem logo que o comprador pega o carro, por ainda estar se adaptando às novas dimensões do veículo. Por isso é fundamental verificar se, em caso de acidente, o seguro vai pagar o valor da nota fiscal ou o valor da tabela Fipe, geralmente com 20% de depreciação logo depois que o veículo deixa a concessionária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vida</strong></p>
<p>O seguro de vida faz parte quase obrigatória do pacote de benefícios oferecidos a funcionários de empresas. Mas cresce muito o filão do seguro individual, desenhado para profissional liberais e autônomos, além de clientes que querem uma apólice mais completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> O primeiro passo é saber quanta o seguro de vida é crucial no orçamento familiar. Para quem tem filhos, a resposta é praticamente certa: inevitável. Ainda mais se o patrimônio acumulado ainda não é suficiente para bancar as despesas por pelo menos dois anos. Caso não tenha um seguro-educação ou plano de previdência para custear os estudos das crianças, é bom acrescentar um valor maior ao capital segurado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há seguros que cobrem invalidez temporária ou definitiva &#8211; a maior procura, no entanto, é pelo seguro de morte mesmo, aquele que garante um valor para a família se organizar com a responsável financeiro. A Mongeral Aegon lançou neste ano um seguro de vida com capital garantido de 2 milhões de reais.&#8221;Há uma grande demanda por valores mais elevados, que antes não eram oferecidos no Brasil&#8221;, diz Helder Molina, presidente da seguradora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cuidados: É fundamental saber se o seguro contratado cobre morte natural ou morte acidental. Geralmente, apenas a morte e a invalidez acidentais são garantidas. Quem morrer de uma doença como o câncer, por exemplo, não receberá nada do seguro. Somente se tiver cobertura para morte natural. E, mesmo assim, se for uma doença que apareceu depois da compra da apólice. Antes de aceitar o cliente, a seguradora pede que o consumidor preencha uma proposta de adesão. Os problemas de saúde crônicos e preexistentes, como diabetes, câncer, doenças cardíacas, precisam ser informados. Caso contrário, a companhia pode negar o pagamento da indenização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Residência</strong></p>
<p>Estimativas revelam que, no país, 40 milhões de lares não possuem seguro residencial, conforme cálculos do setor. Ao mapearem os motivos que afastam o brasileiro dessa proteção, as seguradoras desenvolveram pacotes fáceis de entender e acessíveis ao bolso do público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como escolher: Por 300 reais ao ano é possível proteger o seu apartamento de estragos causados por incêndio, explosão e danos elétricos, além de obter coberturas acessórias, como em casos de inadimplência com aluguel, vendaval, roubo e furto, responsabilidade civil familiar e quebra de vidros. Se você morar em uma casa, o preço do seguro dobrará. Geralmente o custo vai de 0,05% do valor da cobertura principal (raio, incêndio e explosão) a 0,5% nas apólices mais completas. Se incêndio, explosão e impacto de veículos são riscos pouco prováveis, o mesmo não acontece com danos elétricos e roubo. O Brasil está entre os campeões em incidência de raios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A concorrência tem feito a disputa ir muito além dos serviços de chaveiro, troca de vidros, encanador, conserto de eletrodomésticos e limpeza de caixa-d&#8217;água. Tudo isso já se tomou praticamente uma obrigação. Portanto, a inovação é o caminho. Em outubro, os clientes do seguro residencial Itaú passaram a ter à disposição uma série de serviços ambientais, com destaque para descarte de eletroeletrônicos, eletrodomésticos e móveis sem uso ou quebrados, incluindo a coleta residencial dos materiais, que serão destinados a descarte ambientalmente correto. Na SulAmérica, o cliente pode solicitar o Check-Up Sul Kids &#8211; por meio dele, um profissional é enviado para verificar instalações, móveis e objetos que representem perigo para as crianças da casa, incluindo a colocação de protetores de tomada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Cuidados:</em> Uma dica da Harmonia Corretora de Seguros é atentar para o tipo de assistência que está sendo oferecido.&#8221;Se você mora em apartamento, não é necessário contratar assistência que ofereça limpeza de caixa-d&#8217;água ou substituição de telhas.&#8221;A corretora AD faz um lembrete importante: &#8220;Se você for se ausentar por um período superior a trinta dias, deverá comunicar esse fato formalmente à seguradora, para não perder o direito à indenização&#8221;. As residências em condomínios fechados têm desconto no seguro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Proteções (muito) modernas</strong></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Riscos financeiros</strong></p>
<p>Quando o assunto é risco financeiro, o ideal é consultar especialistas, para evitar prejuízos. Entre os seguros mais comuns há o seguro garantia, o de risco de crédito e o de risco político.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> O seguro garantia é exigido pelas entidades financiadoras, públicas ou privadas, para certificar-se que o contrato seja honrado nas condições e prazos acertados. Nesse contrato, o contratante receberá a indenização caso o tomador do crédito, responsável por pagar o seguro e apresentar garantias, não cumprir o que prometeu. Tais garantias serão executadas pela seguradora para se ressarcir das perdas financeiras causadas pelo descumprimento do contrato. O seguro de crédito se divide em doméstico e para exportação.Trata-se de uma ferramenta de gestão e transferência do risco de inadimplência das empresas para as seguradoras. No seguro de crédito doméstico, a cobertura visa a proteger o faturamento das empresas, mesmo que seus fornecedores entrem em falência. Já no de crédito à exportação, a apólice garante os casos de inadimplência. Com a crise financeira mundial, ambos têm apresentado forte demanda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O seguro de risco político, atualmente ofertado no Brasil apenas pela seguradora Zurich, cobre investimentos de companhias multinacionais brasileiras em outros países. O mercado de seguro de risco político no mundo movimenta cerca de 1 bilhão de dólares em prêmios. No Brasil, a oferta começou neste ano, e por isso o setor carece de estatísticas. As principais coberturas do seguro são para expropriação, como aquelas que Hugo Chávez fez na Venezuela recentemente, apropriando-se do patrimônio de empresas privadas. Ele também cobre prejuízos devido a declaração de calote, como a Grécia ameaçou fazer neste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Residência</strong></p>
<p><em>Cuidados:</em> A impossibilidade de conversão de moedas é um risco. Se isso acontecer, o prejuízo correrá por conta da seguradora até o limite da indenização estipulada no contrato. Nos diferenciais da Zurich, os corretores citam a vigência do contrato por até quinze anos, com limite de cobertura de até 150 milhões de dólares e indenização de até 100% do investimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Responsabilidade civil</strong></p>
<p>O seguro de responsabilidade civil existe para proteger o patrimônio das pessoas e empresas. Caso você se envolva em um acidente e seja condenado na Justiça a indenizar alguém pelos prejuízos que causou, a seguradora será a responsável por pagar a quantia determinada no processo até o valor máximo contratado por você na apólice. No Brasil, pagar pelos danos causados a terceiros é uma realidade que começa a ganhar força. Nos Estados Unidos, essa é uma das maiores carteiras das seguradoras em razão da agilidade da Justiça em julgar processos por perdas e danos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como escolher:</em> A Allianz oferece o Tranquilidade Familiar, um misto de seguro de responsabilidade civil e seguro de roubo. A apólice cobre danos causados pelo segurado, cônjuge, filhos menores quando na companhia dos pais, animais domésticos, bem como queda ou lançamento de objetos do imóvel o segurado que machuquem alguém. Se o amigo do filho cair na festa do bufê infantil, por exemplo o seguro indenizará os prejuízos causados ao pai da vítima. Se o cachorro da família morder o vizinho, também. O segurado tem ainda cobertura durante a prática de esportes como golfe, tênis, surfe, pesca e ciclismo. Caso ele circule de bicicleta e atropele um pedestre, por exemplo o seguro indenizará os danos a terceiros. Se a bola de golfe acertar a testa de alguém, idem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mundo corporativo, a responsabilidade civil é mais disputada. Os seguros mais difundidos são conhecidos como Directors &amp; Officers (D&amp;O) e Errors &amp; Omissions (E&amp;O). &#8220;Segundo nossa legislação, o gestor está sujeito a responder com seu patrimônio pessoal pelas reclamações que podem vir a ocorrer contra a empresa e sua administração&#8221;, diz Maura Leite, executivo da Marsh &amp; McLennan do Brasil. Para mitigar o risco da gestão dos executivos, o D&amp;O cobre desde práticas trabalhistas indevidas, como processos por assédio e constrangimento, discriminação racial, demissão injusta, até a tomada de uma decisão errada que tenha provocado prejuízo financeiro. Obviamente, casos dolosos e fraudes não são cobertos pelo seguro. Já o seguro de erros e omissões é indicado para quem presta serviço de conteúdo intelectual, como consultor, profissional liberal ou fornecedor de serviços especializados. O objetivo da apólice é indenizar valores provenientes de reclamações de terceiros prejudicados por erros e omissões do segurado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Cuidados:</em> Somente as empresas podem comprar o D&amp;O para seus executivos, explica Leandro Martinez, diretor de linhas financeiras da ACE. Chegar ao valor ideal de cobertura requer auxílio de um corretor especializado, que ajudará a avaliar a abrangência da cobertura, as franquias e os principais riscos. Com a sofisticação do mercado de capitais, as seguradoras importaram também o Investment Management Insurance (IMI), que indeniza terceiros prejudicados por atos de gestão de administradores e gestores de fundos de investimentos, e o Banker Blanket Bond (BBB), que indeniza a própria instituição financeira tomadora do seguro em razão de perdas relacionadas a fraudes cometidas por empregados. É claro que, diante de,tamanha crise financeira mundial, o custo desses seguros está salgado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Avança projeto que permite dedução no IR do pagamento de seguros</title>
		<link>http://www.ad.com.br/avanca-projeto-que-permite-deducao-no-ir-do-pagamento-de-seguros</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 16:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvia.ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[A matéria está, agora, na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, na qual foi aberto prazo de cinco sessões ordinárias para a apresentação de emendas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Avança, no Congresso Nacional, o projeto de lei de autoria da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), que permite à pessoa física contribuinte do Imposto de Renda deduzir da renda tributável as despesas com pagamento de prêmio de seguro de vida, de imóvel ou de automóvel.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A matéria está, agora, na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, na qual foi aberto prazo de cinco sessões ordinárias para a apresentação de emendas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>
A parlamentar argumenta que, embora a Constituição Federal enuncie a segurança como um dos direitos por ela visados, o Estado não tem condições de proteger as pessoas ao ponto de resguardá-las contra a maior parte das desventuras que possam suceder. “O seguro de vida é uma forma de as famílias garantirem o mínimo necessário para a sua sobrevivência. O seguro de automóvel tornou-se uma necessidade imprescindível, pois o Estado não consegue impedir o crescente índice de furtos, roubos e assaltos, enquanto a fiscalização de trânsito revela-se impotente para coibir os desrespeitos à segurança no trânsito. Por outro lado, o patrimônio imobiliário constitui acervo importantíssimo das pessoas e das famílias, algumas vezes o resultado de uma vida inteira de trabalho e de poupança, o que torna necessário resguardá-lo”, afirma a deputada.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>
Na visão dela, diante desse quadro e não sendo possível ao Estado dar plena segurança aos residentes no País, revela-se “incongruente” que a legislação do Imposto de Renda não admita que os gastos com seguros possam ser deduzidos da renda bruta tributável. “O contribuinte, ao realizar o pagamento dos prêmios de seguro, tem por objetivo resguardar seus direitos fundamentais à segurança, complementando a ação estatal incipiente. A impossibilidade de se deduzir da renda tributável as despesas com pagamento de prêmio dos seguros aqui referidos é extremamente injusta, pois o contribuinte teve sua renda diminuída por esses pagamentos, que são necessários”, complementa</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><em>Fonte: CQCS</em></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>PL pede que contribuinte deduza de imposto de renda valores pagos em seguros</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 17:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silvia.ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[imposto de renda]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Caso seja aprovado, o projeto de lei começará a vigorar em primeiro de janeiro do ano seguinte à sua publicação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Proposta defende que pessoa física contribuinte do imposto de renda possa deduzir da renda tributável as despesas com pagamento de prêmio de seguro de vida, de imóvel ou de automóvel, pertencentes tanto ao próprio declarante quanto a seus dependentes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>De acordo com o CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros), caso aprovado, o projeto de lei da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) começará a vigorar em primeiro de janeiro do ano seguinte à sua publicação.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h3>Pagamento injusto</h3>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A parlamentar justifica sua proposta avaliando que a segurança deveria ser garantida pelo Estado, mas como ele não é capaz de dar plena garantia nesta questão aos residentes do País, seria justificável que a legislação permitisse a dedução de tais gastos no imposto de renda.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Bruna afirma que as pessoas precisam se proteger contra infortúnios que possam destruir seu patrimônio ou renda. Os seguros de automóvel, por exemplo, são de extrema necessidade uma vez que o Estado não é capaz de combater completamente os furtos, assaltos e o próprio desrespeito da população frente às normas de segurança de trânsito.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Nesse contexto, a parlamentar acredita que quando o cidadão arca com as despesas de um seguro, seja de vida, de automóvel ou de imóveis, ele tem o objetivo de resguardar seus direitos fundamentais a segurança, completando uma função que caberia ao Estado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Assim, torna-se injusto que a pessoa não possa deduzir da renda tributável tais gastos, justamente por ter sua renda diminuída por esse pagamento, que, de certa forma, ela não tem a opção de não pagar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><em>Fonte: Infomoney</em></strong></p>
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		<title>AD marca presença em evento da Porsche Club</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 11:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caio.soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[28ª edição do “Advanced Driving School” em Interlagos tem a AD como uma das patrocinadoras oficiais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>28ª edição do “Advanced Driving School” em Interlagos tem a AD como uma das patrocinadoras oficiais</em></p>
<p><em><br />
 </em></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-3535" title="Imagem4" src="http://www.ad.com.br/wp-content/uploads/Imagem4.png" alt="Imagem4" width="304" height="192" />Nos dias 18 a 20 de junho a AD Corretora de Seguros marcou presença na 28ª edição do “Advanced Driving School, no autódromo de Interlagos. O evento é promovido pela Porsche Club do Brasil, o maior grupo de proprietários de Porsche da América Latina, fundado em 1997 e com cerca de 1.500 associados. Em parceria com a Chubb Seguros, a AD é patrocinadora oficial dos eventos realizados pelo clube pelo 6º ano consecutivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Oferecendo o exclusivo Seguro Auto Pista, que cobre prejuízos ocorridos durante as provas “Flying Lap” e “Endurance”, além de condições diferenciadas na contratação de seguro para Porsches, o objetivo da AD é auxiliar seus associados na proteção do patrimônio. Desenvolvido especialmente para evento, o seguro, além de oferecer o melhor custo x benefício, possibilita a comodidade da contratação da apólice no próprio local, com a vistoria do veículo realizada na hora.</p>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Sidnei Berlanga, gerente da área de Pessoas Físicas da AD e um dos presentes no evento, esta é uma oportunidade para fortalecer o relacionamento com os clientes Porsche. “Temos a chance de conhecer muitas pessoas com quem até então só havíamos falado por telefone”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Sidnei ainda afirma que a AD, tendo a Porsche Club como sua cliente exclusiva, está “marcando terreno” no setor de automóveis de luxo e virando referência quando se trata da marca. “Ao lado da Stuttgart, importadora da Porsche no Brasil, e da Chubb, somos os patrocinadores oficiais do evento”, finaliza.</p>
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		<title>Veículos novos terão antifurto</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 04:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[Motorista mais seguro Segundo o cronograma do Contran...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>MOTORISTA MAIS SEGURO: Segundo o cronograma do Contran, toda a frota zero-quilômetro precisará sair com rastreador e bloqueador até dezembro</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Até dezembro deste ano, todos os carros, as motos e os caminhões terão de sair de fábrica com mais um dispositivo para evitar a ação de ladrões. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou ontem, no Diário Oficial, o calendário para a instalação obrigatória de rastreadores e bloqueadores em veículos novos, nacionais ou importados. A intenção é de que os motoristas possam localizar e parar o veículo em caso de furto ou roubo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o cronograma, 20% da produção total de carros, camionetas, caminhonetes e utilitários sairá de fábrica com o kit antifurto a partir de 1º de julho. A partir de 1º de outubro, o índice subirá para 40%. Para motos e caminhões, o calendário é outro, mas dezembro permanece como o prazo final para que toda a frota saia com os equipamentos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a resolução que tornou obrigatória a instalação dos aparelhos, não será necessário qualquer tipo de contratação de serviço para usar o bloqueador equipamento que impede o funcionamento do veículo em caso de roubo ou furto. O Contran exige que a função já venha de fábrica disponível para uso.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A regra é diferente com relação os rastreadores aparelho que, ao enviar sinais a satélites e recebê-los de volta, permite estabelecer a localização dos veículos. A ativação não será obrigatória. Caberá ao proprietário decidir sobre a habilitação com prestadores de serviço.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de reforçar a segurança dos motoristas, a medida é polêmica. Desde que foi anunciada, recebeu críticas porque ameaça encarecer o preço dos veículos novos em pelo menos R$ 1 mil.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<h4>Especialistas questionam eficácia dos aparelhos</h4>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas e empresários ainda questionam a eficácia do kit antifurto. Segundo o vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado, Julio Cesar Rosa, os bloqueadores já não são suficientes para garantir a segurança dos veículos.</p>
<p>As quadrilhas mais organizadas já descobriram como driblar esses sistemas conta. Rosa defende o uso de rastreadores por GPS, mas lembra o custo elevado para manter o serviço. Não compensa para carros populares, abaixo de R$ 60 mil, devido à mensalidade que pesa no bolso do proprietário do veículo explica.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: CQCS &#8211; Zero Hora | Geral | RS – 03/02/2010</p>
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		<title>Seguro de carro cresce 11%</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 18:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>
		<category><![CDATA[veículo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil conta atualmente com uma frota de veículos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Brasil conta atualmente com uma frota de veículos em circulação que supera a casa dos 45 milhões. Estima-se que, deste total, de 20% e 25% contem com a proteção de seguradoras. Apesar do número ainda tímido, entre 2004 e 2006 o total de carros com menos de cinco anos de uso segurados saltou de 9 milhões para 10 milhões, aumento de mais de 11%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A afirmação é de José Carlos Oliveira, da Federação Nacional de Seguros Gerais, a partir de dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ele acrescenta que o crescimento é decorrência do cuidado das pessoas com seus veículos. &#8220;Hoje, quem compra um carro novo faz seguro antes de tirá-lo da concessionária&#8221;.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ele também afirma que o produto, no caso dos automóveis mais novos, está mais barato, já que o método de estabelecimento de preços leva em conta o perfil do usuário.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Contratar seguro para carros requer, antes de mais nada, muita pesquisa. Cotação realizada pela Merit Seguros a pedido do JT mostra que os preços para um mesmo perfil de usuário e idêntico modelo de automóvel podem apresentar variações superiores a 90%. (leia ao lado).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mais que buscar as melhores condições para contratação do seguro, é preciso associar o preço ao automóvel buscado. E modelos como Golf, Parati e Audi A3 têm seguros mais caros, seja porque são alvos preferenciais de ladrões ou em função da mão-de-obra mais cara.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Recomenda-se, ainda, que a cotação do seguro seja realizada com vários profissionais, uma vez que o mercado possui um sem-número deles, bem como preços que podem diferir muito em razão dos serviços prestados.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto que o corretor faz questão de ressaltar é a veracidade das informações prestadas à seguradora no momento da contratação. Ele lembra que mentir é o pior negócio. Caso haja alguma omissão ou mentira por parte do cliente, a seguradora irá descobrir no momento da investigação de algum problema pelo qual deva reembolsar ou assumir uma dívida.</p>
<h4><br class="spacer_" /></h4>
<h4>Conversa e cópia</h4>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para a escolha da corretora, sugere-se a tradicional indicação de amigos ou pessoas que conheçam o serviço da empresa e da seguradora, porque numa conversa informal se percebe se o profissional está atualizado quanto ao mercado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não se esqueça de pedir ao corretor uma cópia da proposta que será entregue à seguradora. O documento serve para que, depois, os dados sejam confrontados com os constantes da apólice da empresa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outro detalhe importante ressaltado é o pagamento das parcelas, principalmente a primeira. É recomendado que quem optar por cheque deve preenchê-lo nominal à companhia responsável pelo serviço e nunca ao corretor, porque já houve casos em que, enquanto o cliente achava que as parcelas de seu seguro eram quitadas, o intermediário ficava com o dinheiro. O melhor é optar por boletos bancários ou débito em conta corrente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Quando se trata de valores, eles variam entre regiões e de acordo com o perfil do cliente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: CQCS</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Olho bem aberto no contrato do seguro</title>
		<link>http://www.ad.com.br/olho-bem-aberto-no-contrato-do-seguro</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 18:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[apólice]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[A quantidade de seguros e coberturas disponíveis para as...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A quantidade de seguros e coberturas disponíveis para as micro e pequenas empresas contratarem é tão grande que até os mais cautelosos correm o risco de fazer um mau negócio na hora de decidir por um produto. Embora a escolha pareça simples, os significados e as interpretações por trás de cada cláusula do contrato podem trazer problemas futuros se não forem bem lidos e esclarecidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de optar por uma apólice, o primeiro cuidado a tomar é saber que tipo de seguro a empresa precisa contratar. Muitas vezes, o que o micro empresário precisa é de um seguro que cubra enchentes e desabamentos. Na hora de buscar o produto ideal, ele se depara com ofertas amplas ou distantes demais do que procurava. Resultado: o cliente é induzido a levar algo a mais, o que encarecerá o preço do seguro, trará coberturas desnecessárias e pode ainda não cobrir o que deveria. Neste caso, é sempre bom trabalhar com um corretor de confiança, pois este profissional deve atender as necessidades do segurado e não as da seguradora.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em um primeiro momento, é recomendável que a empresa interessada em contratar o seguro, antes de contratá-lo, faça uma pesquisa de mercado, levantando as possibilidades de coberturas e seus respectivos prêmios&#8221;, recomenda Dirce Namie Kosugi, advogada do Sindicato dos Corretores de Seguros, Empresas Corretoras de Seguros, de Saúde, de Vida, de capitalização e Previdência Privada no Estado de São Paulo. (Sincor-SP). Ela lembra que a Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão fiscalizador da área securitária brasileira, disponibiliza ao consumidor, por meio do Disque SUSEP (0800 21 8484) ou via site (www.susep.gov.br), diversas informações relativas às seguradoras, inclusive a sua condição legal para estar atuante ou não.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O segundo passo é definir como será feita a contratação. Antonio Penteado Mendonça, advogado especializado em seguros, recomenda que seguros mais complexos sejam feitos com a ajuda de um corretor de seguros que conheça o ramo. Os mais simples, entretanto, podem ser feitos diretamente nas agências bancárias. Na opinião do advogado Marcelo Marzochi, especialista em Direito Público e Processo Civil, o seguro deve ser feito somente com pessoal especializado &#8211; caso dos corretores de seguros. &#8220;Eles podem oferecer um atendimento melhor, de acordo com sua necessidade&#8221;, diz.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h3>Cliente pode ter assessoria de consultor da Susep</h3>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O terceiro passo é determinar a seguradora a ser contratada. Verificar se ela é forte neste tipo de seguro sempre ajuda. Feito isso, Dirce sugere que se leia com atenção a proposta e as condições gerais do seguro, em especial as cláusulas referentes às garantias e aos respectivos riscos excluídos. &#8220;É impreterível também verificar se a proposta contém os valores iniciais do prêmio e dos capitais segurados discriminados por cada tipo de cobertura contratada&#8221;, alerta Dirce.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">As condições gerais também contêm uma série de informações importantes como, por exemplo, um glossário com as principais definições, período de carência, riscos excluídos, critério de atualização de valores, documentos necessários no caso de pagamento da indenização, etc. Dirce avisa que as condições gerais devem estar acessíveis à empresa contratante, previamente à assinatura da respectiva proposta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, veja se as coberturas escolhidas são as que você precisa e se as importâncias seguradas estão corretas. O mercado de seguros sempre foi muito complicado de ser entendido pelos consumidores.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar problemas posteriores com um contrato repleto de termos técnicos, diversidade de produtos e métodos, cálculos e formação do preço, o caminho é escolher uma apólice clara, com manual do segurado que explique cada cobertura. Na hipótese de o consumidor não ter tempo para ler a documentação, ou mesmo não ter condições econômicas para custear a assessoria de um advogado que atue na área de seguros, é recomendável recorrer à assessoria de um corretor de seguros habilitado pela Susep, como intermediador do contrato de seguros.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Atenção: jamais contrate um seguro com base em informações verbais. &#8220;É recomendável que a empresa interessada no contrato de seguros formalize as suas dúvidas e solicite as respectivas respostas por meio eletrônico, fax ou carta postal, imprimindo-as e arquivando junto aos demais documentos relativos ao seguro contratado&#8221;, ensina a advogada. Na hipótese de necessidade de preenchimento de informações a respeito do perfil do objeto do seguro contratado, certifique-se ainda que as informações fornecidas estão 100% de acordo com a realidade. Caso contrário, há sério risco de perder o direito à indenização.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pequenos cuidados como esses assegurarão o efetivo pagamento da indenização. A apólice do seguro é o contrato do seguro. É direito da empresa segurada ter acesso a uma via da mesma.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Mendonça conta que o índice de problemas entre seguradoras e segurados se situa em pouco mais de o equivalente a 1% do total das indenizações pagas. Se o segurado acertar suas contas em dia, sem atrasos no pagamento, a indenização deve ser obrigatoriamente paga, sem criar problemas ou demoras desnecessárias. Se isto não acontecer, as seguradoras têm ouvidorias. Há ainda a possibilidade de reclamar na Susep ou no Procon, antes de entrar com uma ação judicial. A Susep ainda prevê que as seguradoras indenizem os segurados em casos de indução ao erro de interpretação, ocorrido por culpa da própria seguradora ou de intermediários. &#8220;Caso a empresa segurada tenha como comprovar, por meio de provas reconhecidas legalmente (e-mail, por exemplo) a informação incorreta fornecida pelo preposto da seguradora, ele terá direito à indenização&#8221;, avisa Dirce.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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