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	<title>AD Corretora de Seguros &#187; veículo</title>
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	<description>AD Corretora de Seguros - É mais que seguros, é AD</description>
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		<title>Seguro de carro cresce 11%</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 18:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[seguro]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil conta atualmente com uma frota de veículos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Brasil conta atualmente com uma frota de veículos em circulação que supera a casa dos 45 milhões. Estima-se que, deste total, de 20% e 25% contem com a proteção de seguradoras. Apesar do número ainda tímido, entre 2004 e 2006 o total de carros com menos de cinco anos de uso segurados saltou de 9 milhões para 10 milhões, aumento de mais de 11%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A afirmação é de José Carlos Oliveira, da Federação Nacional de Seguros Gerais, a partir de dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ele acrescenta que o crescimento é decorrência do cuidado das pessoas com seus veículos. &#8220;Hoje, quem compra um carro novo faz seguro antes de tirá-lo da concessionária&#8221;.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ele também afirma que o produto, no caso dos automóveis mais novos, está mais barato, já que o método de estabelecimento de preços leva em conta o perfil do usuário.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Contratar seguro para carros requer, antes de mais nada, muita pesquisa. Cotação realizada pela Merit Seguros a pedido do JT mostra que os preços para um mesmo perfil de usuário e idêntico modelo de automóvel podem apresentar variações superiores a 90%. (leia ao lado).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mais que buscar as melhores condições para contratação do seguro, é preciso associar o preço ao automóvel buscado. E modelos como Golf, Parati e Audi A3 têm seguros mais caros, seja porque são alvos preferenciais de ladrões ou em função da mão-de-obra mais cara.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Recomenda-se, ainda, que a cotação do seguro seja realizada com vários profissionais, uma vez que o mercado possui um sem-número deles, bem como preços que podem diferir muito em razão dos serviços prestados.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto que o corretor faz questão de ressaltar é a veracidade das informações prestadas à seguradora no momento da contratação. Ele lembra que mentir é o pior negócio. Caso haja alguma omissão ou mentira por parte do cliente, a seguradora irá descobrir no momento da investigação de algum problema pelo qual deva reembolsar ou assumir uma dívida.</p>
<h4><br class="spacer_" /></h4>
<h4>Conversa e cópia</h4>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para a escolha da corretora, sugere-se a tradicional indicação de amigos ou pessoas que conheçam o serviço da empresa e da seguradora, porque numa conversa informal se percebe se o profissional está atualizado quanto ao mercado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não se esqueça de pedir ao corretor uma cópia da proposta que será entregue à seguradora. O documento serve para que, depois, os dados sejam confrontados com os constantes da apólice da empresa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outro detalhe importante ressaltado é o pagamento das parcelas, principalmente a primeira. É recomendado que quem optar por cheque deve preenchê-lo nominal à companhia responsável pelo serviço e nunca ao corretor, porque já houve casos em que, enquanto o cliente achava que as parcelas de seu seguro eram quitadas, o intermediário ficava com o dinheiro. O melhor é optar por boletos bancários ou débito em conta corrente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Quando se trata de valores, eles variam entre regiões e de acordo com o perfil do cliente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: CQCS</p>
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		<title>Donos de veículos são atingidos por reajustes acima da inflação</title>
		<link>http://www.ad.com.br/donos-de-veiculos-sao-atingidos-por-reajustes-acima-da-inflacao</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 18:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aumento de indenizações e as fraudes pesam diretamente no bolso. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O aumento de indenizações e as fraudes pesam diretamente no bolso dos proprietários de veículos, que arcam desde 2005 com a alta do preço do DPVAT bastante acima da inflação para tapar &#8220;buracos&#8221; nas contas. O preço pago anualmente por carros de passeio saltou de R$ 56,77, há dois anos, para R$ 84,72 em 2007, 49% de aumento num período em que a inflação pelo IPCA não atingiu 6%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para as motocicletas, a alta no período foi maior, 79%, de R$ 102,72 para R$ 184,21, sob a justificativa ainda do avanço de acidentes com esses veículos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Susep (Superintendência de Seguros Privados, vinculada ao Ministério da Fazenda) foi procurada na última semana, mas não quis se manifestar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ricardo Xavier, diretor do convênio do DPVAT com a Fenaseg, alega que as elevações também estão relacionadas com reajustes no valor individual das indenizações que saltaram no período 31% em caso de morte e invalidez e 35% para despesas médicas. Ele afirma ainda que houve congelamento dos preços pagos em anos anteriores.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O dinheiro do DPVAT já foi alvo de críticas de diversos setores porque praticamente só um terço dos quase R$ 3 bilhões arrecadados em 2006 é revertido para indenizações. A maior parte da verba, 45%, é encaminhada ao SUS, como forma de compensar os gastos dos hospitais públicos com acidentes de trânsito. Outros 5% são destinados por lei ao Denatran, para que haja campanhas e medidas preventivas -embora sejam muitas vezes &#8220;congelados&#8221; pelo governo federal para manutenção de superávit.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os 15% restantes são os principais alvos de contestação -vão para despesas administrativas, bancárias e um limite de 2% para as próprias seguradoras conveniadas. (AI)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO</p>
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		<title>Ramo de veículos gera mais da metade da receita nos seguros gerais</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[veículo]]></category>

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		<description><![CDATA[A carteira de automóveis voltou a crescer este ano...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A carteira de automóveis voltou a crescer este ano e já está responde por mais da metade de toda a receita apurada no segmento de “seguros gerais”, segundo estatística elaborada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg). De janeiro a agosto deste ano, a fatia correspondente ao ramo de veículos chegou a 51,7%, contra 47,3% no mesmo período, em 2008; e 48,3%, em 2007. Vale destacar que os seguros gerais englobam carteiras expressivas do mercado tais como os riscos rurais, habitacionais e patrimoniais, entre outros.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o estudo &#8211; que não inclui o seguro saúde &#8211; levando em conta o faturamento do mercado brasileiro, o percentual referente aos seguros gerais caiu de 39,1% para 36,3% entre agosto de 2007 e o mesmo mês, no atual exercício. Nesse mesmo período, houve um avanço expressivo do ramo de pessoas, cuja fatia passou de 39,9% para 44,5%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A confederação listou entre os seguros de pessoas o VGBL, produto que é tido por muitos analistas e vendido nas agências bancárias como um investimento financeiro.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o levantamento feito pela CNSeg, o VGBL contribuiu com 66% da receita total do ramo de pessoas de janeiro a agosto deste ano. Nos oito primeiros meses de 2007, esse percentual era de 63,5%.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">O fato de o VGBL ter sido incluído entre os seguros de pessoas acabou refletindo nos percentuais referentes à previdência privada aberta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a CNSeg, a participação da previdência na receita total do setor caiu de 10,5% para 9,3% entre agosto de 2007 e agosto de 2008 e despencou para 8,5% no mesmo mês, este ano. Com isso, a previdência aberta foi ultrapassada pela capitalização, cuja fatia cresceu de 10,5% para 10,7% entre agosto de 2007 e igual mês, no atual exercício.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: CQCS | Jorge Clapp &#8211; Data: 05.11.2009</p>
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		<title>Registro de veículos batidos ajuda o consumidor na hora de comprar um usado</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 02:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos os casos de sinistros de veículos podem passar, obrigatoriamente, a ser registrados no Detran ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos os casos de sinistros de veículos podem passar, obrigatoriamente, a ser registrados no Detran (Departamento Estadual de Trânsito). A medida, aprovada na última semana pela Assembleia Legislativa de São Paulo, tem por objetivo dificultar possíveis fraudes e também dar ferramentas para que o consumidor tenha informações sobre o carro usado que pretende comprar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Hoje, não temos como confiar no carro usado, que o vendedor afirma nunca ter sido batido, já que as seguradoras não são obrigadas a registrar os sinistros no Detran&#8221;, afirmou o autor do Projeto de Lei 446/2009, deputado estadual Said Mourad (PSC).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, o Detran deverá enviar parecer técnico favorável à proposta. &#8220;As seguradoras também gostaram da medida, já que têm interesse em preservar seus clientes&#8221;, ressaltou.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Medidas tentam coibir abusos de seguradoras</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, as seguradoras não são obrigadas a comunicar algum órgão de trânsito em caso de sinistros. A medida, que na prática cria um cadastro dos carros batidos, foi apresentada após a conclusão de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) realizada pela Assembleia para verificar abusos que vinham sendo cometidos pelas seguradoras.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A normatização do setor de seguros é da máxima importância, porque permitirá a fiscalização, tendo em vista a segurança, tanto pública, por conta do crime organizado, quanto pessoal, do ponto de vista da proteção do motorista e do consumidor&#8221;, explicou Mourad.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outra medida foi aprovada na última semana pela Assembleia com o objetivo de ajudar a regular o setor de seguros no estado. O Projeto de Lei 445/2009 pretende proibir que as seguradoras imponham aos segurados ou a terceiros as oficinas para conserto de veículos sinistrados. Hoje, de maneira geral, as empresas repassam para os segurados uma lista das oficinas reparadoras ou prestadoras credenciadas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Fonte: CQCS &#8211; InfoMoney &#8211; Data: 15.10.2009</p>
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		<title>Seguradora não tem de pagar veículo batido por motorista alcoolizado</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2005 23:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[veículo]]></category>

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		<description><![CDATA[<i>Fonte: Última Instância</i>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O juiz da 32ª Vara Cível do município mineiro de Belo Horizonte, Tiago Pinto, negou pedido de uma segurada que pretendia receber um seguro de R$ 7.800 referentes à perda total de seu veículo Uno Mille SX, 1.0, destruído depois que o filho dela perdeu o controle do carro e bateu em um poste de energia elétrica.</p>
<p>Em 9 de março de 2003, o estudante de 21 anos participou de um casamento e da recepção, de onde saiu, depois de tomar alguns drinques, por volta de quatro da madrugada, em companhia de um colega. Ele alegou que foi fechado por outro veículo e perdeu o controle do carro que se chocou em um poste de luz, causando ferimentos no passageiro. O policial que atendeu à ocorrência apreendeu a carteira do estudante por suspeitar que ele estivesse embriagado.</p>
<p>A mãe do estudante tentou receber a indenização pela perda total do carro, mas a seguradora, após sindicância realizada, concluiu que houve descumprimento de uma cláusula da apólice, relativa ao uso de bebidas alcoólicas pelo condutor do veículo. Por isso, considerou-se isenta da obrigação de ressarcir a proprietária do Uno.</p>
<p>Por não ter como arcar com os custos de reparo do veículo, mais de R$8.700, a proprietária vendeu o Uno por R$ 3.000.00 e procurou o Judiciário para tentar receber a diferença de R$ 4.800, 00. Ela alegou que a embriaguês do filho não foi comprovada e que &#8220;ainda que reconhecida, caberia à seguradora a comprovação de ter sido esta a causa do sinistro&#8221;.</p>
<p>A seguradora defendeu-se alegando que o estudante confessou ter feito uso de bebidas alcoólicas previamente ao acidente e que a delegada que presidiu o inquérito, apesar de o motorista recusar-se a fazer o exame de sangue, reconheceu o estado de embriaguês do estudante. Ela encaminhou o inquérito para o Judiciário e o estudante foi condenado, em processo da 3ª Vara Criminal de Belo Horizonte, à prestação de serviços gratuitos à comunidade.</p>
<p>Ao decidir contra a proprietária do Uno, o juiz Tiago Pinto considerou que a questão principal era a comprovação da embriaguês do motorista, condição anuladora do direito a ressarcimento, conforme cláusula da apólice de seguro. Ele ressaltou que, &#8220;embora não estivesse obrigado,&#8221; o exame de sangue seria suficiente para dirimir a controvérsia criada.</p>
<p>Observou que pelo seu estágio econômico social, o condutor tinha consciência das implicações de sua negativa, tanto que contratou um laudo particular em oposição ao do IML. &#8220;Dessa forma, atraiu o condutor do veículo o ônus da contra-prova&#8221;, concluiu o juiz.</p>
<p>Ele citou também que todas as testemunhas arroladas pela mãe do estudante afirmaram que ele teria &#8220;pelo menos, bebido no início da festa&#8221;.</p>
<p>Por essas razões, o juiz considerou a conduta do motorista como agravante dos riscos assumidos pela seguradora, excluindo a responsabilidade dela na reparação do dano.</p>
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